Análise da sinergia entre biocarvão, fertilizante mineral e Rhizobium tropici

Lorena de Oliveira Felipe, Edson Romano Nucci, Felipe Antônio Lacerda, Francine Silveira Vieira, Guilherme Guimarães Ascendino, Kaíque Souza Gonçalves Cordeiro Oliveira, Sílvia Natália Guimarães Lima, Bruno Meireles Xavier

Resumo


Adisseminação do uso de carvão como adjuvante de fertilidade do solo depende do desenvolvimento de tecnologias que tragam benefícios comerciais também no curto prazo. Desse modo, o objetivo desse artigo
consistiu na avaliação da interação do biocarvão com a fertilização convencional (NPK 4:30:16) e o bioinoculante (Rhizobium tropici). Para tal, foi aplicada a metodologia do Delineamento Central Composto Rotacional
(DCCR) tendo como variável resposta a avaliação da produtividade do feijoeiro, nodulação de raiz e pH do solo das parcelas experimentais. O experimento foi realizado em duplicata, com dois pontos centrais. Observou-se que as interações das variáveis testadas foram significativas (p < 0,05) para a produtividade do feijoeiro, sendo que o maior estímulo foi observado nos níveis +1 de R.tropici, biocarvão e NPK. Entretanto, o incremento no estímulo à produtividade foi menor nos níveis mais altos das variáveis estudadas, indicando uma relação de custo-benefício ideal de NPK 4:30:16 e R.tropici compatível com as recomendações feitas pela literatura especializada e adição de 7,5% m/m de biocarvão. Assim, nossos resultados indicam que, aplicado nessas proporções,
o biocarvão otimize o rendimento da produção agrícola quando aliado a técnicas tradicionais de fertilização.

Palavras-chave


Biocarvão. Desenvolvimento Sustentável. Fertilidade do Solo. Gerenciamento ambiental. Produtividade Agrícola. Segurança Alimentar.

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DOI: https://doi.org/10.21206/rbas.v6i4.371

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