https://periodicos.ufv.br/rbas/issue/feed Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável 2020-03-31T16:02:49-03:00 Rogério de Paula Lana rbas@ufv.br Open Journal Systems Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/6284 ADUBAÇÃO NITROGENADA EM COBERTURA EM DIFERENTES ESTÁDIOS FENOLÓGICOS DA CULTURA DO TRIGO 2020-03-31T16:02:45-03:00 Martios Ecco martios_ecco@outlook.com Danilo Lulu Bedulli danilobedulli@hotmail.com Alleson Britti Lopes allesonbritti@hotmail.com Alfredo Richart alfredo.richart@pucpr.br Pablo Kieling pkieling@hotmail.com <p>A deficiência de nitrogênio (N) em determinado estádio fenológico pode comprometer as variáveis de produção das plantas, sendo de suma importância obter o conhecimento do momento ideal para o fornecimento suplementar deste nutriente a planta. Objetivando detectar a influência do N aplicado em cobertura na cultura do trigo em diferentes estádios fenológicos, foi realizado um experimento na região oeste do Paraná, com a cultivar CD150 e adubação de base de 200 kg ha<sup>-1</sup> da formulação 10-15-15 de NPK. Como fonte de nitrogênio aplicado em cobertura nos diferentes tratamentos, foi utilizado o super N. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados com 5 tratamentos e 4 repetições, sendo os diferentes estádios fenológicos; testemunha, início do afilhamento, metade do afilhamento, alongamento do colmo e emborrachamento. Todos os tratamentos foram submetidos a mesma dose de N (120 kg ha<sup>-1</sup>). A aplicação de N em cobertura no estádio de alongamento de colmo proporcionou maior altura e diâmetro de colmo como já era esperado, pois neste período a planta de trigo exerce rápido alongamento dos entrenós do colmo. A aplicação na metade da fase de afilhamento permitiu uma maior diferenciação de espiguetas por espiga, entretanto, esta variável não foi suficiente para influenciar positivamente a produtividade final de grãos. Já as aplicações tardias como no emborrachamento, acarretou em maior qualidade de grão como o PH, pois possivelmente propiciou em maior síntese de substâncias proteicas aumentado o peso por volume, pois o N estava prontamente disponível no início do período de enchimento do grão. Atendendo o objetivo do trabalho, não foi possível detectar o estádio mais adequado para aplicação de N em cobertura para fins de produtividade devido possivelmente a questão hídrica da região. Entretanto, aplicações tardias como no emborrachamento, pode melhorar a qualidade do grão e a remuneração do produtor rural pelo produto entregue.</p> 2020-03-31T15:40:33-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8710 ASPECTOS PRODUTIVOS DO CAPIM MARANDU SUBMETIDO A ADUBAÇÃO FOSFATADA EM NÍVEIS DE SATURAÇÃO POR BASES 2020-03-31T16:02:46-03:00 Hugo Valério Moreira Rodrigues hugo_gabi@yahoo.com.br Rubson Costa Leite rubsonif@gmail.com Gilson Araújo de Freitas araujoagro@hotmail.com Igo Moreira de Oliveira igorogi20@gmail.com Saulo Oliveira Lima saulolima@uft.edu.br <p>Um dos principais problemas para a degradação das pastagens brasileiras é a não correção e reposição de nutrientes do solo, uma vez que essas práticas são comuns na agricultura, no entanto negligenciadas em pastagens. Objetivou-se avaliar o desempenho da forrageira Marandu em doses de adubação fosfatada nos diferentes níveis de saturação por bases recomendados para pastagens. O experimento foi conduzido em uma fazenda no município de Gurupi–TO. O delineamento utilizado foi blocos casualizados, em arranjo fatorial 3x5, com quatro repetições. Foram avaliadas plantas em doses de adubação fosfatada (0, 30, 60, 90 e 120 kg/ha de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) nos níveis de saturação por bases (V%) para pastagens (baixo = 35%, adequado = 45% e alto = 65%). As variáveis analisadas foram altura de plantas, número de perfilhos e massa de forragem. Plantas de capim Marandu apresentaram melhor resposta a adubação fosfatada em maiores níveis de saturação por bases.</p> 2020-03-31T15:51:20-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8865 CRESCIMENTO DE PANICUM MAXIMUM CV. BRS ZURI EM RESPOSTA A RIZOBACTÉRIA E NITROGÊNIO 2020-03-31T16:02:47-03:00 Angelita Aparecida Coutinho Picazevicz angelitaacoutinho@gmail.com Leonardo dos Santos França Shockness leonardo.shockness@ifro.edu.br Arnaldo Libório Santos Filho arnaldo.filho@ifro.edu.br Izabel Rodrigues do Nascimento izabel.jipa95@gmail.com Lariana Diniz Maciel larianadiniz17@hotmail.com Lucas Rodrigues da Silva lr.rodriguessilva08@gmail.com Gabriel Elias Gil Costa gabrielkacoal@hotmail.com <p>Avaliou-se o crescimento de <em>Panicum maximum </em>cv. BRS Zuri em resposta a <em>Azospirillum brasilense </em>e nitrogênio. O experimento foi realizado em casa de vegetação, no delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 2, com 8 repetições, considerando a ausência e a presença de <em>Azospirillum brasilense </em>&nbsp;inoculado nas sementes e nitrogênio (50 kg ha<sup>-1</sup>) aplicado no solo. Verificou-se interação dupla entre os fatores, sendo que na ausência da adubação nitrogenada, por ocasião da semeadura, <em>Azospirillum brasilense </em>foi eficiente no aumento da altura das plantas. Além disso, a inoculação das sementes com este microrganismo resultou no aumento da massa seca da parte aérea, nitrogênio, potássio, cálcio e magnésio total acumulado na parte aérea <em>Panicum maximum </em>cv. BRS Zuri.</p> 2020-03-31T15:55:18-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9229 EFEITO DE PREBIÓTICO SOBRE O DESEMPENHO E MORFOMETRIA INTESTINAL DE FRANGOS DE CORTE 2020-03-31T16:02:48-03:00 Kedima Swyelle Pontes Azevedo kedimas@pe.sebrae.com.br Danilo Teixeira Cavalcante danilo.cavalcante@ufrpe.br Paulo Henrique Reis Furtado Campos paulo.campos@ufv.br Gabriel Cipriano Rocha gcrocha@ufv.br Samuel Oliveira Borges samuelborges1001@gmail.com Beatriz Garcia do Vale beatriz.vale@ufv.br João Victor de Souza Miranda joaovictormirandaa@gmail.com Arele Arlindo Calderano calderano@ufv.br <p>O experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito aditivo de um prebiótico a base de mananoligossacarídeos e β-glucanos sobre desempenho e morfometria intestinal de frangos de corte. Foram utilizados 180 pintos de corte machos distribuídos em delineamento experimental inteiramente casualizado com três tratamentos, seis repetições e dez aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram em: T1 – dieta controle (DC) sem adição de prebiótico, T2 – DC + 0,1% de prebiótico e T3 – DC + 0,15% de prebiótico. Aos 42 dias de idade, a suplementação de 0,1% de prebiótico na dieta melhorou o peso final, o ganho de peso e a conversão alimentar das aves, bem como promoveu maior relação vilo:cripta, maior largura dos vilos, menor distância entre os vilos e maior área de absorção (<em>P </em>= 0,0016) no duodeno das aves, em comparação as aves que receberam a dieta controle. Conclui-se que a suplementação de 0,1% do prebiótico a base de mananoligossacarídeos e β-glucanos melhora o desempenho e a qualidade intestinal de frangos de corte.</p> 2020-03-31T15:59:27-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8473 EFEITO DO ROLO COMPACTADOR NA SEMEADURA DE VARIEDADES DE ARROZ EM VÁRZEAS TROPICAIS 2020-03-31T16:02:48-03:00 RODRIGO RIBEIRO FIDELIS fidelisrr@uft.edu.br Elisângela Kischel kischel@hotmail.com Eduardo Lopes Cancellier educancellier@gmail.com Taynar Coelho de Oliveira Tavares taynar@uft.edu.br Marilia Barcelos Souza Lopes mariliabarcelosagro@hotmail.com Kleycianne Ribeiro Marques kleycianne@mail.uft.edu.br A utilização do rolo compactador como prática de manejo (rolagem) é comum no Vale do Araguaia antes da semeadura, visando refazer a microporosidade capilar do solo e, consequentemente, a movimentação da água, beneficiando assim o estabelecimento da cultura do arroz. Objetivou-se avaliar características agronômicas e densidade do solo perante operação de compactação superficial do solo (rolagem) na implantação da cultura do arroz em solos de várzea tropical. O experimento foi conduzido em faixas, e em delineamento de blocos casualizados, com 12 tratamentos e 4 repetições, sendo parte constituinte das faixas os tipos de compactação superficial e os cultivares aleatorizados dentro de cada faixa. Os tratamentos estudados em cada cultivar foram: ausência da rolagem; rolagem mediante uma única passada de rolo compactador antes do plantio; rolagem mediante duas passadas de rolo, sendo uma antes e outro logo após plantio; rolagem uma única vez depois do plantio. Verificou-se que a prática da rolagem não resultou em aumento da produtividade de grãos, apesar de ter promovido melhor estabelecimento da cultura, não modifica a densidade do solo e pode afetar negativamente o número de panículas de alguns cultivares. 2020-03-31T15:43:31-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável