https://periodicos.ufv.br/rbas/issue/feed Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável 2021-04-15T16:21:14-03:00 Rogério de Paula Lana rbas@ufv.br Open Journal Systems <p>Os trabalhos podem ser submetidos para publicação nas áreas de Agricultura Familiar, Agroecologia, Educação do Campo, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cooperativismo e Associativismo, Economia, Economia Solidária, Entomologia, Extensão Rural, Fitopatologia, Forragicultura, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Políticas Públicas, Produção Animal, Produção Vegetal, Segurança Alimentar, Ruralidade, Solos e Urbanização, com ênfase na sustentabilidade atual e futura.</p> <p>Os trabalhos podem ser submetidos em língua portuguesa, inglesa e espanhola. Este periódico não faz qualquer restrição à titulação acadêmica mínima para submissão de trabalhos e a avaliação é por dois ou três revisores <em>ad hoc</em> e pelo Corpo editorial. O conteúdo dos artigos publicados é de exclusiva responsabilidade de seus autores e os direitos de publicação são da RBAS, sendo o conteúdo disponibilizado com acesso livre na Internet (www.rbas.ufv.br).</p> <p>Os conceitos, afirmações e pontos de vista apresentados nos artigos são de inteira responsabilidade de seus/suas autores/as e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista, de seu Conselho Editorial ou da Universidade Federal de Viçosa.</p> https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/10141 MUDAS DA PALMEIRA BURITI TEM BAIXA EXIGÊNCIA HÍDRICA EM VASOS COM SOLO 2021-03-04T15:01:17-03:00 Rafael de Lima Rodrigues rafael7.11agronomia@gmail.com Paulo Eduardo Branco Paiva paulopaiva@iftm.edu.br Valdeci Orioli Júnior valdeci@iftm.edu.br Mychelle Carvalho mychellecarvalho@iftm.edu.br Victor Peçanha de Miranda Coelho victorcoelho@iftm.edu.br <p>O buriti (<em>Mauritia flexuosa</em> L.f.) é uma palmeira que ocorre nos biomas brasileiros amazônico, pantanal e cerrado e ocupa áreas alagadas como as veredas do cerrado. Por essa associação e seu porte alto, o buriti tem sido usado como indicador de áreas preservadas. Como ainda é explorado extrativamente, pouco tem sido investigado sobre sua propagação. Mudas de 90 dias desenvolvidas de sementes em tubetes cilíndricos (290 cm<sup>3</sup>) com substrato (casca de pinus compostada) foram preparadas. Foi realizado um experimento, em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos, 10 repetições e uma muda por parcela. A capacidade máxima de retenção de água (CMRA) de um latossolo vermelho distrófico, com 20% de argila, foi determinada em vaso de 12 litros. Depois de peneirado, o solo foi incubado com calcário por 30 dias com irrigação para 60% da CMRA e fertilizado com N, P, K, S e B. Os tratamentos foram inundação, 100%, 75%, 50% e 25% da CMRA. Os vasos foram mantidos em estufa com cobertura plástica e irrigados diariamente para reposição da água após pesagem. Variáveis biométricas foram avaliadas após quatro meses: diâmetro do coleto, comprimento da parte aérea, massa fresca e seca, razão parte aérea raiz, índice de qualidade de Dickson (IQD) e teor de água. Plantas de buriti irrigadas com 25% da CMRA apresentaram menores diâmetro do coleto, massa fresca e seca, índice de qualidade de Dickson e teor de água. O fornecimento de água a partir de 50% da CMRA permitiu que plantas jovens desta espécie se desenvolvessem tão bem quanto aquelas que receberam mais água: 75, 100% da CMRA ou inundação. Assim mudas da palmeira buriti (<em>M. flexuosa</em>) se desenvolveram bem com irrigações diárias de 50% da CMRA em vasos de 12 litros com solo.&nbsp;</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/10433 CICLO ANUAL REPRODUTIVO DE RÃS-TOURO (Lithobates catesbeianus) NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2021-03-25T18:14:39-03:00 Milyana da Silva Leal milyanalealvet@gmail.com Marcelo Maia Pereira mmaiap2001@yahoo.com.br <p>A ranicultura é uma atividade já estabelecida no estado do Rio de Janeiro, mas possui um entrave na sua cadeia produtiva como na maioria dos Estados brasileiros, que é interrupção da reprodução natural das rãs durante o período de baixas temperaturas (outono e inverno). Frente à realidade da falta de estudos na área de reprodutores de rãs-touro, o presente estudo teve objetivo principal estudar o ciclo reprodutivo dos reprodutores em condições de climatização durante um ano em um setor de reprodução de um ranário do estado do Rio de Janeiro. Durante o período de um ano, machos e fêmeas de rã-touro foram amostrados e colocados em uma baia experimental adaptada. As rãs foram alimentadas e avaliadas por meio de biometrias. Na baia, a temperatura da água foi controlada para faixa de 25° a 30°C, fotoperíodo de 14 horas de luz e 10 horas de escuro e umidade de 80%. Cada animal foi considerado uma repetição. Periodicamente, foram <br />realizadas coletas de sêmen e tentativas de fertilização artificial com o hormônio acetato de buserelina como <br />indutor para obtenção dos gametas. No período de agosto a junho foram realizadas fertilizações artificiais. Somente em dois meses as fêmeas estavam aptas à reprodução, em dezembro quatro fêmeas e em março cinco fêmeas, os machos a partir de novembro já estavam aptos. Em junho foi finalizado o experimento com a baia com cinco fêmeas e 10 machos. Somente três desovas eclodiram e resultaram em girinos, sendo 5.850 no total e média de 1.950 por desova. No período avaliado de um ano houve ciclo reprodutivo dos machos e não houve das fêmeas, quanto aos aspectos financeiros a fertilização artificial foi viável nas condições descritas e pode ser empregada para pequenos produtores.</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/11476 ACOMPANHAMENTO DA FERMENTAÇÃO NA PRODUÇÃO DE HIDROMEL COM UTILIZAÇÃO DE Saccharomyces cerevisiae E Saccharomyces boulardii 2021-04-15T16:21:14-03:00 Jaqueline Milagres de Almeida jaquelinemilagresdealmeida@hotmail.com Fabíola Cristina de Oliveira fabiola.oliveira@ifsudestemg.edu.br Roselir Ribeiro da Silva roselir_silva@yahoo.com.br <p>O hidromel é uma bebida alcoólica fermentada a base de mel e água, considerada uma das bebidas mais antigas do mundo sendo consumida por vikings e romanos tratada como um presente dos deuses, o néctar divino. A espécie de levedura mais utilizada na elaboração de bebidas alcoólica é a <em>Saccharomyces cerevisiae</em>. Porém levedura da espécie <em>Saccharomyces boulardii, </em>apresenta boa ação fermentativa, além de trazer inúmeros benefícios à saúde. O objetivo deste trabalho foi acompanhar parâmetros indicativos de fermentação utilizando <em>S. cerevisiae</em> e <em>S. boullardii</em> na produção de hidromel. O experimento consistiu de 2 tratamentos (<em>S. cerevisiae</em> e <em>S. boulardii</em>) e 3 repetições. Inicialmente o mel foi diluído em água, até 20 °Brix, e posteriormente foi realizada a adição do pé-de-cuba de <em>S. cerevisiae</em> e outro de <em>S. boullardii e </em>submetido ao processo fermentativo. Foram realizadas análises de sólidos solúveis totais (°Brix), pH, acidez total titulável (mEq/L) durante a fermentação e, teor alcoólico no início e ao final do processo fermentativo. Também foi realizada análise microbiológica a fim de determinar a contagem de leveduras no início e ao final do processo. Houve redução do pH e aumento da acidez ao longo do processo para os dois tratamentos. O tratamento B apresentou um menor pH e maior acidez ao final do processo fermentativo. Para o teor de sólidos solúveis totais e teor alcoólico não houve diferença significativa entre os tratamentos ao final da fermentação. Tanto a formulação <em>S. cerevisiae</em> quanto a formulação com <em>S. boulardii</em> apresentaram um excelente desempenho fermentativo, apresentando resultados semelhantes nos parâmetros físico-químicos da produção.</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/11934 LEVANTAMENTO POPULACIONAL DE INSETOS PREDADORES EM CULTIVO DE LARANJA (CITRUS SINENSIS L.) NA AMAZÔNIA TOCANTINA 2021-03-03T11:11:49-03:00 Evanildo Gaia Moraes de Moraes evanildomoraes@yahoo.com.br Hilton Lucas Gonçalves Durão hiltonlucas19@gmail.com Jefferson Bruno Carvalho Soares jefferson.soares@ufersa.edu.br Rafael Coelho Ribeiro rribeiro@ufpa.br <p>– Esta pesquisa teve como objetivo estudar e registrar a dinâmica populacional de insetos predadores em um pomar de laranja e correlacionar a flutuação populacional dos principais agentes de controle biológico constatados com os elementos meteorológicos temperatura (°C), umidade relativa média (%) e precipitação pluviométrica (mm). O estudo foi realizado durante os meses de janeiro a dezembro de 2017, em um pomar de laranja localizado no município de Cametá (PA). Para a coleta dos insetos foram utilizadas duas armadilhas do tipo McPhail, nas quais continham como atrativo alimentar proteína hidrolisada a 5%, e 10 armadilhas do tio Pitffal contendo 200 ml de álcool 70º e 3 ml de detergente neutro como atrativo. As coletas foram realizadas quinzenalmente sendo imediatamente substituídos os atrativos por novos. Os espécimes coletados foram conduzidos ao laboratório para realizar as identificações. A análise faunística foi realizada por meio dos índices de frequência, dominância e constância, utilizando-se o índice de diversidade de Shannon-Wiener (H’), e a flutuação populacional foi estimada de acordo com a variância dos insetos coletados para as três <br />espécies que se destacaram na pesquisa. Foram amostrados 3068 espécimes, distribuídos em seis ordens e onze famílias. As famílias Formicidae e Vespidae apresentaram populações eudominantes, e as famílias de predadores Coccinellidae, Syrphidae e Sphecidae caracterizaram-se como populações subdominantes. A precipitação pluviométrica influenciou diretamente na densidade populacional das famílias Formicidae e Vespidae, não sendo observada correlação entre os demais elementos meteorológicos e os predadores amostrados. O estudo evidenciou a diversidade de insetos predadores em um agroecossistema na região amazônica, fornecendo subsídios para o manejo e conservação dessas espécies.</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/12005 MECANISMOS SULCADORES E VELOCIDADE DE SEMEADURA NA PLANTABILIDADE E PRODUTIVIDADE DA SOJA 2021-03-11T14:41:35-03:00 EDUARDO SILVA MATOS gerenteagro@hotmail.com Alexandre Mantovani alexandre.mantovani76@gmail.com Jackeline Nascimento jackeline_ms@yahoo.com.br Sálvio Napoleão Arcorverde salvionapoleao@gmail.com Mateus Luiz Secretti mateussecretti@hotmail.com <p>O mecanismo sulcador de solo usado para deposição de semente e a velocidade de semeadura estão diretamente relacionados à qualidade de implantação de uma lavoura e, consequentemente, com a sua produtividade. Este trabalho objetivou avaliar sistemas de abertura de sulco para deposição de sementes e velocidades de deslocamento de semeadora-adubadora na qualidade da semeadura e na produtividade da soja (Glycine max L.). O experimento foi conduzido no município de Dourados-MS. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial (4 x 2), com quatro repetições, sendo quatro velocidades de semeadura (4, 6, 8 e 10 km h-1) e dois mecanismos sulcadores de solo para deposição de sementes (haste sulcadora e disco sulcador). Durante a semeadura, avaliou-se a profundidade de deposição de sementes, a distribuição longitudinal de plantas de soja e a produtividade de grãos. Ocorreu aumento da profundidade de semeadura da soja com o incremento da velocidade de deslocamento do trator-semeadora. A semeadura da soja realizada na velocidade intermediária (8 km h-1) proporcionou maior espaçamento normal (59,36%) e menor duplo (6,75%), porém sem influência sobre os espaçamentos falhos. A velocidade de deslocamento não influencia a distribuição longitudinal de plantas em espaçamentos falhos, enquanto os mecanismos sulcadores não influenciam a profundidade de semeadura, nem a uniformidade de distribuição longitudinal de plantas de soja. A produtividade de grãos de soja varia em função do tipo de mecanismo de abertura de sulcos e velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora.</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/12056 SEED CLASSIFICATION: INFLUENCE ON THE VIGOR EXPRESSION IN Triticum aestivum L. 2021-03-23T10:49:07-03:00 Gustavo Henrique Demari dema@gmail.com Ivan Ricardo Carvalho carvalho.irc@gmail.com Vinícius Jardel Szareski szar@gmail.com Simone Morgan Dellagostin dela@gmail.com Murilo Vieira Loro loro@gmail.com Velci Queiróz de Souza soar@gmail.com Paulo Dejalma Zimmer zimee@gmail.com Francisco Amaral Villela vill@gmail.com Tiago Pedó ped@gmail.com Tiago Zanatta Aumonde aum@gmail.com <p>The objective of evaluating the response of wheat seed size from cultivars and lots, as well as the canonical interrelations of the physical and physiological characteristics of the seeds. The experimental design was a randomized block, organized in a factorial scheme, with three wheat genotypes (Quartzo, Ametista and TBIO Sinuelo) x six seed lots (A, B, C, D, E and F) x five sizes of sieves (I: standard sample used by farmers and seed producers (AO), II: seeds&gt; 3,00 mm, III: seeds 2,5 to 2,99 mm, IV: seeds between 2,0 and 2,49 mm and V: &lt; 2.0 mm), and the treatments were arranged in four replicates. The characters measured were: one thousand seed mass, hectoliter weight, germination, first germination count, germination <br />speed index, field emergence, emergence speed index, seedling shoot length, seedling root length, seedling shoot dry mass, seedling root dry mass and electrical conductivity. There is variability of the physical and physiological attributes due to the dimensions of the wheat seeds, being these specific for the effects of cultivar and seed lots. Larger wheat seeds potentiate seed vigor in general for wheat cultivars. <br /><br /></p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/12058 STANDARDIZATION OF SEEDS AND IMPLICATIONS ON WHEAT YIELD AND PRODUCTIVITY 2021-03-23T10:48:24-03:00 Ivan Ricardo Carvalho carvalho.irc@gmail.com Gustavo Henrique Demari dema@gmail.com Vinícius Jardel Szareski szar@gmail.com Simone Morgan Dellagostin dela@gmail.com João Roberto Pimentel pim@gmail.com Cristian Troyjack troc@gmail.com Murilo Vieira Loro loro@gmail.com Giordano Gelain Conte cot@gmail.com Paulo Dejalma Zimmer zimm@gmail.com Tiago Pedó ped@gmail.com Tiago Zanatta Aumonde aum@gmail.com <p>There is influence of size of the wheat seeds in the traits of importance agronomic. Thus, this study aimed to determine the effect of the size of wheat seeds in the yield components and grains productivity. The study was carried out in the 2016 harvest. Apllied is the experimental design was a randomized block, organized in factorial design, with three wheat cultivars x six seed lots x five sizes of sieves, the treatments were arranged in three replicates. Were measured characters as grain yield (kg ha-1), mass of thousand seeds (g), hectoliter mass (kg hct-1) and economic analysis obtained through profitability per hectare (R$ ha-1). The size of wheat seeds influences the number of spikelets of the principal plant, number of primary and secondary seed, number of seeds of the principal plant, primary and secondary tillers, productivity, mass of thousand seeds and hectoliter weight. The standardization of wheat seeds provides benefits to the productive yield of wheat plants. The seeds retained in the sieve V (&lt;2.00 mm) resulted in less productive plants; and <br />plants derived from sieve III (2.5 to 2.99 mm) formed plants with higher productivity being 2.3% higher than <br />the original sample. Also, it was 2% higher than the sieve II (&gt; 3,0 mm), 2.7% compared to sieve IV (2.0 to <br />2.49 mm) and 6% from sieve V (&lt;2.0 mm).</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9944 EFFECT OF DRYING TEMPERATURE ON YIELD AND PHYTOCHEMICAL QUALITY OF ESSENTIAL OIL EXTRACTED FROM SCHINUS TEREBINTHIFOLIUS 2021-02-02T12:08:47-03:00 Maira Fonseca maira@epamig.br Maria Aparecida N. Sediyama mariasediyama@gmail.com Cláudia Lúcia de O. Pinto claudia.epamig@gmail.com Adilson Sartoratto adilson@cpqba.unicamp.br Túlio Iglésias Machado tulioiglesias96@gmail.com Estermary P. Bitencourt estermarypb@hotmail.com Cleide Maria Ferreira Pinto cleidemariaferreirapinto@yahoo.com.br Maria Regina de Miranda Souza mrmirandasouza@gmail.com Sérgio Maurício L. Donzelles slopes@epamig.br <p>Among the post-harvest stages processing of medicinal and aromatic plants, drying stands out as a critical and essential step for the bioactive compounds conservation. Schinus terebinthifolius is a very important species due to its medicinal properties and food industry uses. This work aimed to evaluate the drying temperature effect on S. terebinthifolius essential oil yield and phytochemical quality. The ripe fruits were harvested and dried in a forced air oven. The essential oils were extracted in Clevenger apparatus. Chemical constituents were identified by gas chromatography coupled to the mass spectrophotometer. There was no significant variation in the essential oils yield and phytochemical quality independent of drying temperature. Considering that the drying temperatures did not influence the yield and the phytochemical quality of the essential oil, these results may contribute to the optimization of the post-harvest drying process of S.terebinthifolius fruits.</p> 2021-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável