https://periodicos.ufv.br/rbas/issue/feed Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável 2020-09-15T21:00:04-03:00 Rogério de Paula Lana rbas@ufv.br Open Journal Systems Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/6284 ADUBAÇÃO NITROGENADA EM COBERTURA EM DIFERENTES ESTÁDIOS FENOLÓGICOS DA CULTURA DO TRIGO 2020-09-15T21:00:04-03:00 Martios Ecco martios_ecco@outlook.com Danilo Lulu Bedulli danilobedulli@hotmail.com Alleson Britti Lopes allesonbritti@hotmail.com Alfredo Richart alfredo.richart@pucpr.br Pablo Kieling pkieling@hotmail.com <p>A deficiência de nitrogênio (N) em determinado estádio fenológico pode comprometer as variáveis de produção das plantas, sendo de suma importância obter o conhecimento do momento ideal para o fornecimento suplementar deste nutriente a planta. Objetivando detectar a influência do N aplicado em cobertura na cultura do trigo em diferentes estádios fenológicos, foi realizado um experimento na região oeste do Paraná, com a cultivar CD150 e adubação de base de 200 kg ha<sup>-1</sup> da formulação 10-15-15 de NPK. Como fonte de nitrogênio aplicado em cobertura nos diferentes tratamentos, foi utilizado o super N. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados com 5 tratamentos e 4 repetições, sendo os diferentes estádios fenológicos; testemunha, início do afilhamento, metade do afilhamento, alongamento do colmo e emborrachamento. Todos os tratamentos foram submetidos a mesma dose de N (120 kg ha<sup>-1</sup>). A aplicação de N em cobertura no estádio de alongamento de colmo proporcionou maior altura e diâmetro de colmo como já era esperado, pois neste período a planta de trigo exerce rápido alongamento dos entrenós do colmo. A aplicação na metade da fase de afilhamento permitiu uma maior diferenciação de espiguetas por espiga, entretanto, esta variável não foi suficiente para influenciar positivamente a produtividade final de grãos. Já as aplicações tardias como no emborrachamento, acarretou em maior qualidade de grão como o PH, pois possivelmente propiciou em maior síntese de substâncias proteicas aumentado o peso por volume, pois o N estava prontamente disponível no início do período de enchimento do grão. Atendendo o objetivo do trabalho, não foi possível detectar o estádio mais adequado para aplicação de N em cobertura para fins de produtividade devido possivelmente a questão hídrica da região. Entretanto, aplicações tardias como no emborrachamento, pode melhorar a qualidade do grão e a remuneração do produtor rural pelo produto entregue.</p> 2020-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8473 EFEITO DO ROLO COMPACTADOR NA SEMEADURA DE VARIEDADES DE ARROZ EM VÁRZEAS TROPICAIS 2020-09-15T20:58:45-03:00 RODRIGO RIBEIRO FIDELIS fidelisrr@uft.edu.br Elisângela Kischel kischel@hotmail.com Eduardo Lopes Cancellier educancellier@gmail.com Taynar Coelho de Oliveira Tavares taynar@uft.edu.br Marilia Barcelos Souza Lopes mariliabarcelosagro@hotmail.com Kleycianne Ribeiro Marques kleycianne@mail.uft.edu.br A utilização do rolo compactador como prática de manejo (rolagem) é comum no Vale do Araguaia antes da semeadura, visando refazer a microporosidade capilar do solo e, consequentemente, a movimentação da água, beneficiando assim o estabelecimento da cultura do arroz. Objetivou-se avaliar características agronômicas e densidade do solo perante operação de compactação superficial do solo (rolagem) na implantação da cultura do arroz em solos de várzea tropical. O experimento foi conduzido em faixas, e em delineamento de blocos casualizados, com 12 tratamentos e 4 repetições, sendo parte constituinte das faixas os tipos de compactação superficial e os cultivares aleatorizados dentro de cada faixa. Os tratamentos estudados em cada cultivar foram: ausência da rolagem; rolagem mediante uma única passada de rolo compactador antes do plantio; rolagem mediante duas passadas de rolo, sendo uma antes e outro logo após plantio; rolagem uma única vez depois do plantio. Verificou-se que a prática da rolagem não resultou em aumento da produtividade de grãos, apesar de ter promovido melhor estabelecimento da cultura, não modifica a densidade do solo e pode afetar negativamente o número de panículas de alguns cultivares. 2020-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8710 ASPECTOS PRODUTIVOS DO CAPIM MARANDU SUBMETIDO A ADUBAÇÃO FOSFATADA EM NÍVEIS DE SATURAÇÃO POR BASES 2020-09-15T20:56:59-03:00 Hugo Valério Moreira Rodrigues hugo_gabi@yahoo.com.br Rubson Costa Leite rubsonif@gmail.com Gilson Araújo de Freitas araujoagro@hotmail.com Igo Moreira de Oliveira igorogi20@gmail.com Saulo Oliveira Lima saulolima@uft.edu.br <p>Um dos principais problemas para a degradação das pastagens brasileiras é a não correção e reposição de nutrientes do solo, uma vez que essas práticas são comuns na agricultura, no entanto negligenciadas em pastagens. Objetivou-se avaliar o desempenho da forrageira Marandu em doses de adubação fosfatada nos diferentes níveis de saturação por bases recomendados para pastagens. O experimento foi conduzido em uma fazenda no município de Gurupi–TO. O delineamento utilizado foi blocos casualizados, em arranjo fatorial 3x5, com quatro repetições. Foram avaliadas plantas em doses de adubação fosfatada (0, 30, 60, 90 e 120 kg/ha de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) nos níveis de saturação por bases (V%) para pastagens (baixo = 35%, adequado = 45% e alto = 65%). As variáveis analisadas foram altura de plantas, número de perfilhos e massa de forragem. Plantas de capim Marandu apresentaram melhor resposta a adubação fosfatada em maiores níveis de saturação por bases.</p> 2020-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8865 CRESCIMENTO DE PANICUM MAXIMUM CV. BRS ZURI EM RESPOSTA A RIZOBACTÉRIA E NITROGÊNIO 2020-09-15T20:56:26-03:00 Angelita Aparecida Coutinho Picazevicz angelitaacoutinho@gmail.com Leonardo dos Santos França Shockness leonardo.shockness@ifro.edu.br Arnaldo Libório Santos Filho arnaldo.filho@ifro.edu.br Izabel Rodrigues do Nascimento izabel.jipa95@gmail.com Lariana Diniz Maciel larianadiniz17@hotmail.com Lucas Rodrigues da Silva lr.rodriguessilva08@gmail.com Gabriel Elias Gil Costa gabrielkacoal@hotmail.com <p>Avaliou-se o crescimento de <em>Panicum maximum </em>cv. BRS Zuri em resposta a <em>Azospirillum brasilense </em>e nitrogênio. O experimento foi realizado em casa de vegetação, no delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 2, com 8 repetições, considerando a ausência e a presença de <em>Azospirillum brasilense </em>&nbsp;inoculado nas sementes e nitrogênio (50 kg ha<sup>-1</sup>) aplicado no solo. Verificou-se interação dupla entre os fatores, sendo que na ausência da adubação nitrogenada, por ocasião da semeadura, <em>Azospirillum brasilense </em>foi eficiente no aumento da altura das plantas. Além disso, a inoculação das sementes com este microrganismo resultou no aumento da massa seca da parte aérea, nitrogênio, potássio, cálcio e magnésio total acumulado na parte aérea <em>Panicum maximum </em>cv. BRS Zuri.</p> 2020-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9229 EFEITO DE PREBIÓTICO SOBRE O DESEMPENHO E MORFOMETRIA INTESTINAL DE FRANGOS DE CORTE 2020-09-15T20:55:44-03:00 Kedima Swyelle Pontes Azevedo kedimas@pe.sebrae.com.br Danilo Teixeira Cavalcante danilo.cavalcante@ufrpe.br Paulo Henrique Reis Furtado Campos paulo.campos@ufv.br Gabriel Cipriano Rocha gcrocha@ufv.br Samuel Oliveira Borges samuelborges1001@gmail.com Beatriz Garcia do Vale beatriz.vale@ufv.br João Victor de Souza Miranda joaovictormirandaa@gmail.com Arele Arlindo Calderano calderano@ufv.br <p>O experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito aditivo de um prebiótico a base de mananoligossacarídeos e ?-glucanos sobre desempenho e morfometria intestinal de frangos de corte. Foram utilizados 180 pintos de corte machos distribuídos em delineamento experimental inteiramente casualizado com três tratamentos, seis repetições e dez aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram em: T1 – dieta controle (DC) sem adição de prebiótico, T2 – DC + 0,1% de prebiótico e T3 – DC + 0,15% de prebiótico. Aos 42 dias de idade, a suplementação de 0,1% de prebiótico na dieta melhorou o peso final, o ganho de peso e a conversão alimentar das aves, bem como promoveu maior relação vilo:cripta, maior largura dos vilos, menor distância entre os vilos e maior área de absorção (<em>P </em>= 0,0016) no duodeno das aves, em comparação as aves que receberam a dieta controle. Conclui-se que a suplementação de 0,1% do prebiótico a base de mananoligossacarídeos e ?-glucanos melhora o desempenho e a qualidade intestinal de frangos de corte.</p> 2020-03-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8579 DIAGNÓSTICO DO USO DE AGROTÓXICOS POR TOMATICULTORES DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DE UBÁ, RJ 2020-09-15T20:54:26-03:00 Jaomara Nascimento da Silva jaomarasilva@gmail.com Tainá Costa Araujo araujo.tainac@gmail.com Niraldo José Ponciano njponciano@gmail.com Claudio Luiz Melo Souza claudiomelo.edu@gmail.com <p>O município de São José de Ubá é o maior produtor de tomate do Estado do Rio de Janeiro. A horticultura, no geral, é responsável por grande parte da utilização de agrotóxico, devido a grande susceptibilidade à pragas e doenças<strong>. </strong>O<strong> </strong>objetivo desse trabalho foi analisar o manejo de pragas e doenças realizado pelos produtores de São José de Ubá.<strong> </strong>Foram entrevistados 55 tomaticultores, utilizando-se um questionário para identificar o perfil do produtor e da produção, assim como aspectos relacionados ao manejo de pragas e doenças e as formas de aplicações agrotóxicos. <strong> </strong>Apesar da cidade ser responsável pela metade da produção do estado, a tomaticultura da São José de Ubá se característica como uma pequena atividade rural familiar, com atividade realizadas por familiares e vizinhos. Cerca de 24 produtores diferentes (75% inseticidas e 25% fungicidas) são usados de forma indiscriminada: sem necessidade, sem respeitar período de carência, sem assistência técnica durante todo o ciclo da cultura e em o uso do EPI de forma completa e correta. O uso dos agrotóxicos representa grande parte dos custos, e a maioria dos entrevistados acreditam que uma produção sem agrotóxicos é uma produção sem proteção. Esses relatos refletem a necessidade de difusão de conhecimentos desses produtos que além de diminuir os custos de produção trará menos impacto aos agricultores, consumidores e ao meio ambiente.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9061 DESEMPENHO PRODUTIVO DE MINIMILHO COM ADUBAÇÃO ORGÂNICA E SUA INFLUÊNCIA NOS DANOS DA LAGARTA-DO-CARTUCHO 2020-09-15T20:53:29-03:00 Ivana Fernandes Silva ivanaf.silva@hotmail.com Fábio Cunha Coelho fabiocoelhouenf@gmail.com Ivan Cruz ivan.cruz@embrapa.br <p>O milho (<em>Zea mays</em> L.), em sua forma de cultivo para minimilho, atende bastante as exigências dos consumidores devida sua delicadeza e baixo valor calórico quando comparado como milho convencional (grãos). Com o objetivo de avaliar a produtividade do minimilho adubado com diferentes doses de composto orgânico e sua influência sobre a lagarta <em>Spodoptera frugiperda</em> foi instalado um experimento com seis tratamentos, doses de composto orgânico (0, 4, 8, 12, 16 e 20 Mg ha<sup>-1</sup>), em blocos casualizados com 10 repetições. As avaliações dos danos provocados pela <em>S. frugiperda</em> foram realizadas aos sete, 14, 21, 28, 35, 42 e 49 dias após a emergência das plantas. Para a produtividade do minimilho as avaliações foram em função do número de espigas comerciais, bem como o peso, comprimento e o diâmetro das espigas comerciais em cada tratamento. Os resultados da produtividade de minimilho, comprimento, diâmetro e o peso das espigas, bem como as notas de danos da <em>S. frugiperda</em> não foram afetados pelas diferentes doses de composto orgânico. Informações a esse respeito podem contribuir para a decisão do produtor, visto que os muitos híbridos destinados para a produção de minimilho já possuem alto potencial produtivo e não necessitaria de adubações químicas complementares, bem como, não proporcionar problemas ambientais através da adubação com nitrogênio N em excesso.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9254 INITIAL GROWTH OF Clitoria fairchildiana UNDER ORGANIC SUBSTRATES 2020-09-15T20:52:54-03:00 Janildes de Jesus da Silva janildesdejesus@hotmail.com Caliane da Silva Braulio caliane.braulio@gmail.com Flavia Melo Moreira fmmoreira_ef@yahoo.com.br Angela Santos de Jesus Cavalcante angelajca@hotmail.com Juan Manuel Anda Rocabado quirito2000@yahoo.com.br Rafaela Simao Nobrega rafaela.nobrega@gmail.com <p>Substratos orgânicos formulados a partir de adições de solo a compostos orgânicos de diferentes<br>origens podem interferir no crescimento inicial e qualidade de mudas de espécies arbóreas. Avaliamos a<br>interação entre tipos e proporções de compostos orgânicos (CO) na nodulação e produção de mudas de<br>Clitoria fairchildiana. O experimento foi disposto em delineamento inteiramente casualizado com fatorial<br>2 x 5, dois tipos de CO [COP (de poda de árvore) e CLU (de lixo urbano)] e cinco proporções de composto<br>orgânico:solo (0:100; 20:80; 40:60; 60:40; 80:20; v:v), com cinco repetições. Avaliaram-se: a nodulação<br>natural (NN), altura da planta (H), diâmetro do caule (DC), número de folhas (NF) e comprimento da raiz<br>(CR), massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca de raízes (MSR), massa seca total (MST), relações<br>entre altura sobre massa seca da parte aérea (H/MSPA), massa seca da parte aérea sobre massa seca da raiz<br>(MSPA/MSR) e o Índice de Qualidade de Dickson (IQD). As proporções de CO influenciaram H, NF, DC,<br>CR, MSPA, MSR, MST, H/MSPA, MSPA/MSR e IQD das mudas de C. fairchildiana. Houve interação entre<br>os tipos e proporções de CO para H, MSPA, MSR, MST, H/MSPA, IQD e CR. Substratos constituídos por<br>proporções de COP ou de CLU adicionados a Latossolo reduzem o crescimento inicial e a nodulação natural<br>das mudas. O substrato indicado para o crescimento inicial de mudas de C. fairchildiana pode ser constituído<br>apenas por Latossolo Amarelo.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9281 INVERTEBRADOS EDÁFICOS EM CULTURAS DE VERÃO E INVERNO NO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL 2020-09-15T20:52:09-03:00 Eduarda Mott Lucero dudaluceroo@gmail.com Renan Costa Beber Vieira renan.vieira@uffs.edu.br Ângela Denise Hübert Neufeld Vieira angelaneufeld@san.uri.br <p>A biota edáfica apresenta importância fundamental nos processos naturais. O clima, os tipos<br>de culturas utilizadas e as práticas agrícolas adotadas podem ser limitantes para a diversidade biológica da<br>comunidade desses invertebrados. A região noroeste do Rio Grande do Sul é uma das principais produtoras<br>de grãos do Estado, entretanto, estudos avaliando a qualidade da biota edáfica são escassos nestes cultivos.<br>Objetivou-se identificar os invertebrados edáficos em duas épocas sazonais distintas em áreas agrícolas<br>cultivadas com diferentes tipos de coberturas vegetais em Santo Ângelo/RS. Para tanto, foram realizadas<br>coletas em cinco diferentes coberturas vegetais (soja, milho e milheto no verão e trigo e consórcio de nabo<br>forrageiro/azevém no inverno), utilizando armadilhas de queda “pitfall trap” por quatro dias no campo.<br>Foram calculadas a abundância, a riqueza, a frequência relativa e os índices de diversidade para cada<br>área avaliada. No total foram amostrados 11 diferentes ordens e 1.083 indivíduos, dos quais 1.051 foram<br>artrópodes da classe Insecta, Arachnida e Entognatha. Observou-se que tanto a cobertura vegetal, quanto a<br>sazonalidade influenciaram a comunidade de invertebrados edáficos no noroeste do Rio Grande do Sul. As<br>áreas cultivadas com milho, milheto e nabo/azevém foram as mais diversas, enquanto que a área com trigo foi a mais dominada, apresentando uma alta abundância de Colembolla. No período do inverno predominaram os colêmbolos enquanto que no verão foram as formigas, principalmente no milheto e na soja.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9603 POTENCIAL FISIOLÓGICO DAS SEMENTES DE Vigna radiata PRODUZIDAS EM DIFERENTES DENSIDADES POPULACIONAIS 2020-09-15T20:50:34-03:00 Edvan Costa da Silva edvan_costa@outlook.com Nei Peixoto nei.peixoto48@gmail.com Natália Arruda nathy.a@hotmail.com Natália Cássia de Faria Ferreira natcassiadefaria@gmail.com Carolina dos Santos Galvão carolgallvao@hotmail.com Luciana Sabini da Silva willian_h@hotmail.com Willian dos Reis willian_haje@hotmail.com Wagner Menechini wmmenechini@hotmail.com <p>EO presente trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de feijão<br>mungo em função do espaçamento entre fileiras e número de plantas por metro linear. O experimento foi<br>conduzido na Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Ipameri, utilizando-se sementes produzidas no<br>mesmo local. Para avaliação da qualidade fisiológica das sementes foram realizados testes para determinação do teor de água, germinação e vigor. As análises foram realizadas no laboratório Multidisciplinar II. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2 x 6, tendo como fatores os espaçamentos entre fileiras (25 e 50 cm) e números de plantas por metro linear (4, 8, 12, 16, 20 e 24 plantas), com quatro repetições. Os testes foram realizados com sementes armazenadas durante seis meses. De acordo com os resultados da análise de variância, na primeira contagem de germinação, comprimento de parte aérea, comprimento de raiz e condutividade elétrica houve interação significativa entre os fatores estudados. A massa seca de plântulas apresentou efeito significativo para os espaçamentos entre fileiras e números de plantas por metro linear de forma isolada. Para a massa de mil sementes, envelhecimento acelerado, emergência de plântulas em areia e índice de velocidade de emergência, verificou-se efeito significativo isolado apenas para os espaçamentos entre fileiras. A germinação não foi influenciada pelos espaçamentos entre fileiras e números de plantas por metro linear. O espaçamento entre fileiras de 50 cm, com 24 plantas m-1 linear entre fileiras, apresentaram melhor potencial fisiológico, evidenciado pela massa de mil sementes e condutividade elétrica. As sementes de feijão mungo produzidas em 24 plantas m-1 linear e espaçamento de 50 cm entre fileiras, apresentam melhor potencial fisiológico.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9626 COMPORTAMENTO FENOLÓGICO, NUTRICIONAL E DE PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE SOJA NO SUDESTE PARAENSE 2020-09-15T20:49:29-03:00 Marcele de Cássia Henriques dos Santos Moraes marcele-moraes@hotmail.com Letícia Cunha da Hungria leth_hungria@hotmail.com Jamil Chaar El-Husny jamil.husny@embrapa.br Priscila Pereira Sacramento priscila.sacrame@gmail.com Izabelle Pereira Andrade izabelle.andrade@ufra.edu.br <p>Avaliar o potencial de diferentes cultivares de soja em condições complexas como da região amazônica é necessário para investigar a capacidade de adaptação e o comportamento em vários aspectos dessas cultivares. Neste sentido, objetivou-se avaliar o comportamento fenológico, nutricional e de produtividade de cultivares de soja em condições edafoclimáticas do sudeste Paraense. Para isso, foram testadas nove cultivares: BRS 279RR, BRS 333RR, BRS 325RR, BRS 9090RR, BRS 8990RR, BRS SambaíbaRR, P98R31, P98Y51 e P98Y70. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com densidade de 240.000 plantas.ha<sup>-1</sup>, com quatro repetições. Foram avaliadas altura de planta e de inserção da primeira vagem (cm), florescimento e maturação (dias) e produtividade de grãos (kg.ha<sup>-1</sup>). Além disso, foi quantificado o teor de N, P e K nas folhas. Para altura de plantas, destacaram-se as cultivares BRS 9090 RR, BRS 333 RR e P98Y70, com alturas de 73,25; 72,25 e 71 cm, respectivamente. A inserção da primeira vagem variou de 8,75 (P98Y51) a 16,75 cm (BRS 333 RR). A floração foi atingida entre 34 (P98R31) e 42 (BRS 333RR e P98Y70) dias após a emergência. O período de maturação teve início mínimo aos 98 dias (P98R31) e máximo aos 119 dias (BRS 333 RR) após a emergência. As maiores produtividades foram registradas para as BRS’s e P98Y70, variando entre 1890 e 3192 kg.ha<sup>-1</sup>. O teor foliar de N, P, K não diferiu entre as cultivares testadas. A BRS 333 RR, mostrou excelente desempenho das características agronômicas.</p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9609 ASPECTOS ETNOBOTÂNICOS DA FITOTERAPIA POPULAR NA COMUNIDADE QUILOMBOLA CONCEIÇÃO DE MIRINDEUA, MOJU-PA 2020-09-15T20:48:22-03:00 Daniely Almada danielyalmada@gmail.com <p class="western" style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12.0pt;">A Amazônia possui uma vasta riqueza de recursos naturais, dentre estes se encontram as espécies de plantas medicinais que tem um valor cultural bem presente para muitos povos tradicionais. No entanto, ainda existem várias espécies desconhecidas ou pouco elucidadas pela ciência que são bastante utilizadas por populações tradicionais. Diante disso, o presente estudo objetivou fazer um levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pelos moradores da comunidade quilombola de Conceição de Mirindeua utilizando entrevistas semi-estruturadas. As entrevistas aconteceram no período de outubro a novembro de 2019, com 25 (vinte e cinco) moradores com idades entre 28 a 77 anos. Os resultados obtidos mostram que a maioria dos entrevistados (64% do total) possuem apenas o ensino fundamental incompleto e renda familiar de até 1 salário mínimo. Foram citadas 86 Etnoespécies, ocorrendo a identificação de 83 pelo laboratório de Botânica da Embrapa/Belém, sendo 1 a nível de família, 68 a nível de família e espécie e somente 14 a nível de família e gênero, tendo destaque para a família Lamiaceae com 16 espécies. A forma de preparo mais citada foi o chá e as folhas tiveram maior representatividade como parte utilizada.</span></p> 2020-06-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8164 PERCEPÇÕES SOBRE CONSUMO E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: UMA ANÁLISE NA FEIRA LIVRE DE DOM PEDRITO, RS 2020-09-15T20:46:48-03:00 Shirley Grazielli da Silva Nascimento nascimento.shy@gmail.com Daniel Hanke danielhanke@unipampa.edu.br Mariana Rockenbach de Ávila marianaravila@gmail.com Manoel Alex Tâmara da Rosa alexelidi@yahoo.com.br Damaris Vargas damarisdorneles@gmail.com <p>A busca por alimentos oriundos de um cultivo sem o uso, ou com o uso menos intensivo de agrotóxicos, têm levado muitos consumidores a aderirem as feiras livres mais do que aos mercados tradicionais, pois esses mesmos consumidores têm tomado cada vez mais consciência das questões relacionadas a busca por uma melhor qualidade de vida através da ingestão de uma alimentação cada vez mais saudável. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo de pesquisa conhecer a percepção do consumidor da feira livre municipal de Dom Pedrito. O trabalho de campo, realizado através de roteiro de questões semiestruturado, aplicado com consumidores e agricultores na feira municipal de Dom Pedrito, dividiu-se em duas partes, a primeira buscou conhecer o perfil do consumidor e o que pensam a respeito da produção de alimentos livres de agrotóxicos. A segunda trouxe à tona o que pensam os agricultores sobre a percepção dos consumidores, por exemplo, como manejam suas hortas, quais insumos externos utilizam e quais suas expectativas com relação a venda de alimentos saudáveis na feira livre. Os consumidores apresentam um padrão distinto no que tange a preocupação com os agrotóxicos, sazonalidade e certificação, embora sejam sensíveis de formas distintas a essas temáticas. A temática da certificação é ainda desconhecida e mal compreendida na realidade estudada justamente por não haver, por parte significativa dos consumidores, uma preocupação latente com o uso de agrotóxicos. Sendo assim, debater os efeitos do uso dos agrotóxicos na produção e no consumo de alimentos é essencial para fortalecer um sistema saudável de produção no município e fomentar a pauta da certificação de produtos agroecológicos na região da campanha.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8365 DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO USADAS POR AGRICULTORES FAMILIARES DA ZONA DA MATA 2020-09-15T20:44:29-03:00 ROBERTO FONTES FONTES ARAUJO roberto.araujo@epamig.br Fabrício Welington Souza Silva fabricio.welington@ufv.br Eduardo Fontes Araujo efaraujo@ufv.br Miquéias de Oliveira Assis assis.agro@outlook.com Marcelo Libaneo marcelo.libaneo@emater.mg.gov.br Objetivou-se caracterizar e avaliar fisiologicamente as sementes de feijão usadas pelos agricultores familiares da Zona da Mata. Foram aplicados questionários com 74 agricultores e obtidas amostras de sementes para avaliações da germinação e vigor, e comparação com a qualidade fisiológica daquelas produzidas pela EPAMIG. Apenas dois agricultores adquirem sementes comerciais (2,8%). Destes, 43% semeiam feijão vermelho, 28% preferem o feijão tipo carioca, outros 17% priorizam o feijão de coloração preta, enquanto 12% têm preferência por outros tipos. Todos realizam a colheita manualmente; já a debulha realizada manualmente por 20% dos agricultores, 54% fazem por bateção com varas e 26% usam trilhadeira. A secagem é realizada ao sol em terreiro por 80% dos agricultores, ao sol sobre lona preta por 16% e em secador por 4%. O beneficiamento do lote é realizado por catação manual por 20%, por peneiramento e sopragem 62% e 18% com máquina beneficiadora de cereais. O tratamento das sementes é feito por expurgo com gastoxim (18% dos agricultores), com barro de terra de formigueiro (28%), cinza de madeira (5%), casca de laranja moída (3%), folha de eucalipto moída (3%), esterco bovino curtido (6%). O acondicionamento das sementes, em 90% dos casos é feito em embalagens permeáveis, como lata e sacarias, 10% em impermeável, como garrafas pet. O armazenamento é feito em paióis (59%), depósitos de alvenaria (18%), porões (8) e cômodos das casas (15%). Os agricultores não realizam práticas exclusivas para campo de sementes; apenas dois agricultores, esporadicamente, eliminam plantas com sintomas visíveis de doença. Surpreendentemente, 79% dos agricultores produziram sementes com germinação superior a 80%, mínimo exigido por lei para comercialização; também, 70% dos agricultores produziram sementes com germinação que não diferiu das produzidas pela EPAMIG; entretanto, apenas 19% dos agricultores produziram sementes com vigor que não diferiu do vigor das sementes produzidas pela EPAMIG. 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8369 PERFIL FERMENTATIVO DA SILAGEM DE CAPIM-ELEFANTE ADICIONADA DE TORTA DE NABO FORRAGEIRO, PINHÃO MANSO OU TREMOÇO, EM DIFERENTES PROPORÇÕES 2020-09-15T20:46:15-03:00 Arnaldo Prata Neiva Júnior arnaldo.junior@ifsudestemg.edu.br José Cleto da Silva Filho cleto@dzo.ufla.br Edílson Rezende Cappelle cappelle@ifsudestemg.edu.br Valdir Botega Tavares valdir.botega@ifsudestemg.edu.br Paulo Ricardo Pereira Paula paulopereirazoo93@gmail.com William Luiz de Souza williamluizdesouzaa@gmail.com <p>&nbsp;Objetivou-se avaliar a qualidade fermentativa da silagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum) adicionada de tortas de nabo forrageiro (Raphanus sativus), de pinhão manso (Jatropha curcas) e<br>de tremoço (Lupinus albus L). O experimento foi conduzido no Laboratório de Pesquisa Animal da Universidade Federal de Lavras (UFLA), onde os coprodutos foram ensilados em silos experimentais de PVC,<br>adaptados com válvula tipo Bunsen. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC) com três<br>repetições, onde os tratamentos foram arranjados segundo um esquema de parcelas subdivididas no tempo.<br>Foi utilizado o esquema fatorial 3x3 + 1, sendo 3 tipos de torta - nabo forrageiro (TNF), pinhão manso (TPM)<br>e tremoço (TT); 3 níveis de inclusão de torta - 5, 8, e 11% mais 1 tratamento adicional de capim-elefante.<br>Foram determinados os valores de pH, N-NH3<br>, poder tampão (PT) e ácido graxos voláteis (AGV´s). Os valores de pH obtidos nas silagens experimentais, com exceção das contendo TPM nos níveis 5 e 11%, e TT no<br>nível 8% apresentaram valores considerados adequados. Houve efeito (P&lt;0,05) do nível de adição das três<br>tortas (TNF, TPM e TT) nas silagens de capim elefante, sendo que o menor valor foi observado no nível de<br>inclusão 5%, para TNF e TT. Já para TPM o menor valor de N-NH3 foi no nível 8%. Os valores médios de PT<br>indicam que a média do tratamento adicional é superior (P&lt;0,05) à média da combinação dos fatores níveis<br>e tortas. As silagens contendo TPM, com exceção dos valores de ácido propiônico, não apresentaram valores<br>satisfatórios para serem classificadas como boas silagens, já que os valores de ácido acético foram superiores a 2% e os de ácido lático não entraram no intervalo de 4 a 6%. As tortas proporcionam perfis fermentativos diferentes para as silagens, indicando redução no PT, sendo que a TNF e TT proporcionaram melhores níveis de ácido lático em silagens de melhor qualidade.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9008 DESEMPENHO ZOOTÉCNICO, RENDIMENTO DE CARCAÇA E PARÂMETROS SANGUÍNEOS DE FRANGOS DE CORTE CRIADOS SOBRE CAMA TRATADA COM REDUTOR DE AMÔNIA 2020-09-15T20:43:47-03:00 Mailson das Dores Castro mailson94castro@gmail.com <p>Objetivou-se avaliar a utilização de redutor de amônia na cama sobre o desempenho zootécnico, características de carcaça, parâmetros sanguíneos e volatilização da amônia do material da cama de frangos de corte. Os frangos da linhagem <em>Cobb</em><sup>® </sup>500 foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos (0, 250; 500 e 750 mL Nzone Max<sup>®</sup>/m<sup>3</sup> de cama) e cinco repetições de 40 aves por unidade experimental. A aplicação do produto foi feita aos 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a chegada das aves. Foram avaliados desempenho zootécnico, rendimento de carcaça e de cortes nobres, eritrograma e leucograma e volatilização da amônia na cama (18, 25, 32, 39, 46º dia experimental). Os resultados foram submetidos à análise de variância pelo <em>software</em> estatístico R. A aplicação do redutor de amônia na cama não alterou (p&gt;0,05) o desempenho zootécnico, porém, numericamente, observou-se melhor índice de eficiência produtiva e conversão alimentar quando a cama foi tratada com 500 mL/m<sup>3</sup>. A utilização do redutor de amônia promoveu alteração (p&lt;0,05) apenas no rendimento de carcaça (RC). Frangos submetidos aos tratamentos 250 e 500 mL/m³ apresentaram valores distintos, sendo maior RC para aqueles submetidos ao tratamento de 250 mL/m<sup>3</sup>. A volatilização de amônia foi semelhante do 18º ao 39º dia experimental, exceto para o tratamento 750 mL/m³. Aos 25 dias de experimento, a aplicação de 250 e 500 mL de Nzone Max<sup>®</sup>/m<sup>3</sup> de cama reduziu (p&lt;0,05) a volatilização da amônia quando comparado com 750 mL/m<sup>3</sup>. Os resultados dos parâmetros de leucograma e eritrograma ficaram ajustados com os valores de referência para aves e não foram afetados (p&gt;0,05) pelos tratamentos. A utilização do redutor de amônia não impactou o desempenho zootécnico, as características de carcaça, os parâmetros sanguíneos, nem tampouco a volatilização da amônia do material da cama de frangos de corte.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9138 CONSERVAÇÃO PÓS-CHOLHEITA DE MAXIXE (Cucumis anguria) SOB DIFERENTES CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO. 2020-08-31T19:30:19-03:00 Antonia Mirian Nogueira de Moura Guerra mirianagronoma@hotmail.com Deyse dos Santos Silva deyse@gmail.com Régila Santos Evangelista solregila@hotmail.com Maria Gabriela Magalhães Silva gabi2809@live.com <p>O objetivo avaliar a influência das condições de armazenamento sobre a vida pós-colheita de maxixes. Foram avaliados os maxixes armazenados sem embalagem a 10 ºC, sem embalagem a 25 ºC, com saco plástico a 10 ºC, com saco plástico a 25 ºC, em bandeja de poliestireno + PVC a 10 ºC e em bandeja + PVC a 25 ºC. Os períodos de armazenamento foram de 0, 3, 6, 9 e 12 dias consecutivos. Ao final do período de armazenamento, os frutos acondicionados em bandeja + PVC a 10 °C apresentavam-se em boas condições de consumo. O acondicionamento em bandeja + PVC a 10 °C foi a condição que permitiu o retardamento do escurecimento dos frutos, sendo que ao 12 dias de armazenamento os frutos apresentavam-se em boas condições para consumo. O acondicionamento em sacos plásticos a 10 °C as perdas de massa foram inferiores a 5% aos 12 dias de avaliação. O acondicionamento do maxixe em sacos plásticos e bandeja + PVC ambas a 10 ºC proporcionaram pH ácido ao final do período de armazenamento. As embalagens estudadas, quando associadas à baixa temperatura de armazenamento, mostraram-se eficientes em retardar a redução nos teores de vitamina C nos frutos de maxixe. Os teores de pigmentos não foram influenciados pelas condições de armazenamento, entretanto, o período de armazenamento ocasionou reduções nos teores de clorofilas e incrementos nos de carotenóides.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9245 EFICIÊNCIA AGRONÔMICA DA ALFACE SUBMETIDA A DIFERENTES COMPOSTOS ORGÂNICOS 2020-09-15T20:42:31-03:00 Álisson Queiroz Moura alissonq8@gmail.com Elida Barbosa Corrêa elida.uepb@gmail.com Josely Dantas Fernandes joselysolo@yahoo.com.br Antonio Fernandes Monteiro Filho afernandesmf@gmail.com Alexandre Costa Leão acostaleao@yahoo.com.br Leonardo Pires Boava leonardo.boava@unar.edu.br <p class="Padro">A alface crespa foi avaliada quanto ao seu desempenho agronômico utilizando diferentes compostos orgânicos e uma fonte mineral de adubação, em casa de vegetação em Lagoa Seca-PB. O delineamento experimental foi inteiramente casualisado em esquema fatorial constituído de três compostos orgânicos com diferentes níveis (0, 10, 20%) de substituição de esterco bovino por capim colonião (<em>Panicum maximum</em>) na pilha de compostagem, sendo testadas cinco doses (0, 5, 10, 15 e 20 toneladas ha<sup>-1</sup>) e um tratamento com fertilizante mineral. A fonte mineral apresentou o melhor resultado para os parâmetros de produção total (PC), produção comercial (PC) e número de folhas (NF), onde os compostos orgânicos para os mesmos parâmetros não diferiram entre si, no entanto os melhores resultados foram obtidos quando se utilizou 20 toneladas ha<sup>-1</sup>. O composto constituído pela substituição de 10% do esterco bovino por capim colonião apresentou os maiores resultados para a massa seca das folhas, caule e raiz, quando comparado com as demais fontes de adubação. A utilização de compostos orgânicos não proporcionou produtividade de alface equivalente à aplicação de fertilizante mineral, no entanto a não similaridade cronológica entre o ciclo da alface e a mineralização lenta dos compostos orgânicos parece ter sido decisivos para os resultados.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9280 ANÁLISE DA FUNCIONALIDADE DO PRONAF AGROECOLOGIA EM UMA PROPRIEDADE NA REGIÃO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL 2020-09-15T20:39:53-03:00 Anderson Leandro Schneider andersonlschneider@hotmail.com Danni Maisa da Silva danni-silva@uergs.edu.br Paulo Vanderlei Vargas Groff paulo-groff@uergs.edu.br Eduardo Lorensi de Souza eduardo-souza@uergs.edu.br Adriana Helena Lau adriana-lau@uergs.edu.br Maiqueli Patrícia Ehrembrink maiqueli.p@hotmail.com Aaron Concha Vasquez Hengles aaron-hengles@uergs.edu.br Diego Armando Amaro da Silva damaro.agro@gmail.com <p>A partir da criação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF Agroecologia abriu-se a oportunidade para que produtores pudessem financiar o processo de transição ou adequação de suas unidades produtivas as formas agroecológicas de produção. Distante conceitualmente de limitar-se ao aspecto econômico, tampouco excluindo tal critério, a produção agroecológica necessita, com determinada frequência, de aportes financeiros principalmente em sua fase transitória de sistemas convencionais para sistemas agroecológicos. Partindo do princípio da existência de uma modalidade específica para o financiamento da consolidação da Agroecologia no Brasil, o PRONAF Agroecologia, busca-se através deste estudo, compreender a essência conjuntural de tal política. Para tal, realizou-se um estudo de caso em uma propriedade possuidora de certificação orgânica e tomadora de recursos do PRONAF Agroecologia. Foram analisados aspectos relacionados à acessibilidade de tal política pública, bem como se comparou suas características com as linhas de crédito já existentes e disponíveis ao financiamento dos modelos tradicionais de produção agrícola. Constatou-se grande similaridade do modelo de financiamento agroecológico com as modalidades tradicionais do PRONAF. Mudanças nos prazos e metodologias de trabalho serão necessários para concretizar esta ferramenta de financiamento dos projetos agroecológicos.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9305 CULTIVO DE TILÁPIAS NA TERRA INDÍGENA BRACUÍ, RIO DE JANEIRO, BRASIL 2020-09-15T20:37:58-03:00 Fausto Silvestri silvestrifausto@hotmail.com Genaro Barbosa Cordeiro genarocordeiro3@hotmail.com Murilo Antonio Oliveira Thuller murilo.fiperj@gmail.com Sandro Ricardo da Costa sandro.costa.fiperj@gmail.com Ligia Coletti Bernadochi ligiabernadochi.fiperj@gmail.com Cristino Aparecido Cabreira Machado cristinomachado@hotmail.com Rosângela Maria Nunes zanza_nunes@yahoo.com.br Paulo Márcio Santos Costa pmscosta@yahoo.com O incentivo da piscicultura em comunidades tradicionais de difícil acesso pode ser uma alternativaviável para o desenvolvimento territorial sustentável, contribuindo com a segurança alimentar e a geração de renda dentro dessas localidades. O cultivo de tilápias <em>Oreochromis niloticus </em>em tanques escavados é uma atividade largamente difundida no Brasil, apresenta uma cadeia produtiva bem consolidada podendo ser viabilizada com um baixo grau tecnológico. Tendo em vista a demanda de representantes da Terra Indígena Bracuí pela inserção da piscicultura e a atuação do serviço de Assitência Técnica e Extensão Rural junto as comunidades tradicionais do Território Rural da Baía da Ilha Grande, este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho zootécnico do cultivo de tilápias em tanques escavados realizado na comunidade. Ao longo de seis meses, foram monitorados dois tanques escavados de produção semi-intensiva (T1 e T2) povoados com alevinos apresentando peso médio inicial de 1,28 gramas. Após 183 dias de acompanhamento os exemplares cultivados atingiram peso médio de 258,2 ±129,0 gramas e 195,6 ±58,7 gramas nos tanques T1 e T2. De um modo geral, os peixes monitorados neste estudo apresentaram um crescimento inferior quando comparado a outras áreas de produção no Brasil. Fatores como a dificuldade de adequação ao protocolo de rotinas de manejo produtivo, a impossibilidade de fertilização prévia dos tanques, o início do cultivo realizado no inverno e a utilização de ração com baixo teor de proteínas durante a fase inicial de cultivo provavelmente influenciaram no lento crescimento dos peixes. A continuidade das ações de ATER se faz necessária para o aprimoramento do cultivo de tilápias pelos indígenas Guarani na Terra Indígena Bracuí. 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9562 GROWTH AND PHYSIOLOGY OF YOUNG GRAPEVINES (CV. BRS CARMEM) UNDER ORGANIC AND BIODYNAMIC PRODUCTION SYSTEMS 2020-09-15T20:37:00-03:00 Rafael Piva raffaelepiva@gmail.com Renato Vasconcelos Botelho rbotelho@unicentro.br Patrícia Carla Giloni de Lima pgiloni2012@gmail.com Adamo Domenico Rombolà adamo.rombola@unibo.it <p>O método biodinâmico de produção consiste em analisar a propriedade rural como um organismo; com foco na fertilidade do solo juntamente com uma rica diversidade e atividade biológica.&nbsp; O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento, a fisiologia e a produção de videiras cv. BRS Carmem, comparando o sistema orgânico e biodinâmico de produção. O experimento foi conduzido em condições de campo em Guarapuava, Paraná, sul do Brasil, plantado em setembro de 2013 e avaliado até junho de 2017. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com dois tratamentos e seis repetições. Nas parcelas de tratamento biodinâmico, foram aplicados os seguintes preparados biodinâmicos: chifre de sílica (501), chifre de esterco (500), 508 (<em>Equisetum hyemale</em> L.) e Fladen. Todas as plantas foram fertilizadas com o mesmo composto orgânico; no entanto, as do tratamento biodinâmico receberam os preparados 502 (<em>Achillea millefolium</em>), 503 (<em>Chamomilla officinalis</em>), 504 (<em>Urtica dioica</em>), 505 (<em>Quercus robus</em>), 506 (<em>Taraxacum officinale</em>) e 507 (<em>Valeriana officinalis</em>). Durante três épocas de cultivo consecutivas, foram avaliadas as seguintes variáveis: atividade enzimática (EC 3.2.1.39) ? 1,3 glucanase e (EC 3.2.1.14) quitinase, severidade de oídio <em>Plasmopara viticola</em>, potencial de água nas folhas, trocas gasosas, fluorescência de clorofila, índice SPAD, medidas do comprimento e diâmetro dos ramos, diâmetro do tronco, peso do material de poda, número de cachos, comprimento dos cachos, diâmetro das bagas e concentração de sólidos solúveis. O tratamento biodinâmico promoveu em ao menos um ano maior crescimento das plantas (comprimento e diâmetro dos ramos, diâmetro do tronco e índice SPAD), melhor resposta fisiológica (atividade fotossintética das folhas, eficiência da enzima Rubisco, rendimento quântico máximo de PSII), bioquímica (enzimas ß 1,3 glucanase e quitinase) e consequentemente maior resistência a doenças e produtividade.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9636 DESEMPENHO AGRONÔMICO DE FEIJÃO-CAUPI DE PORTE SEMIERETO E SEMIPROSTRADO EM DIFERENTES POPULAÇÕES 2020-09-15T20:36:27-03:00 Américo Lourenço da Silva americols@gmail.com Paulo Sérgio Cardoso Batista paulosergiocardoso@yahoo.com.br Kaique Junior Orilio de Oliveira kaiquejunior17@gmail.com Cleino Aparecido da Cruz cleinocruz@gmail.com Luanna Vanessa de Souza Cangussú Luanna-cangussu@gmail.com Wesley Esdras Santiago wesley.santiago@ufvjm.edu.br <p>A população de plantas é um fator que está sob controle do produtor e interfere de forma significativa na produtividade de grãos em qualquer cultura. Determinar a população ideal que proporciona o máximo desempenho de cada cultivar se torna importante para se obter uma produção ótima de grãos. O objetivo desse trabalho foi avaliar o desempenho agronômico de duas cultivares de feijão-caupi de porte semiereto e semiprostrado em diferentes populações. O experimento foi conduzido em esquema fatorial 2x4 (cultivares e populações de plantas). O delineamento foi em blocos casualizados, com quatro repetições. Foram avaliadas quatro populações de plantas: 120, 160, 200 e 240 mil plantas ha<sup>-1</sup>. As características avaliadas foram: altura de plantas, comprimento de vagens, número de grãos por vagem, produtividade de grãos e massa seca da parte aérea. As populações de plantas avaliadas influenciaram apenas na produtividade de grãos. A cultivar BRS Marataoã, de porte semiprostrado, apresentou maior número de grãos por vagem, altura de plantas e produtividade de grãos. A população que proporciona maior produtividade de grãos é próxima de 160 mil plantas ha<sup>-1</sup>.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9781 EMPLOYMENT OF NOT STANDARDIZED CONTAINERS BY RST AND THEIR INTERFERENCE IN THE PHYSIOLOGICAL QUALITY OF SEEDS OF Pinus elliottii 2020-09-15T20:34:37-03:00 Ivan Ricardo Carvalho carvalho.irc@gmail.com <p>The determining factor for ensuring success in a forest enterprise is directly linked to the quality of the seeds used in the nursery. In this sense, the objective of this study was to evaluate the physiological quality of Pinnus Elliotis in different containers compared to the standardized test by RST. Cellboxes (tissue culture boxes), with different diameters and cell numbers, respectively (0.7, 1.1, 16 and 21 mm and 96, 48, 24, 12) with circular blotting paper substrates were used. The experimental design used was a completely randomized with 5 treatments and 8 repetitions. The treatment (T1) showed the highest average germination and the lowest fungal infestation, compared to the gerbox container. Cellbox containers showed better values for germination, showing that the division of cells positively influences the health quality of <em>Pinus elliottii</em> Engelm var. <em>elliottii</em>.</p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/9782 CHARACTERIZATION AND GENETIC DIVERSITY OF THE CASHEW NATURAL POPULATION THROUGH MORPHOLOGICAL DESCRIPTORS 2020-08-31T19:23:38-03:00 Marcones Ferreira Costa marconescosta@ufpi.edu.br Luana de Souza Silva Silva luanasouza20181@hotmail.com Luana Alves Carneiro luanaacsiqueira22@hotmail.com Maria Fernanda da Costa Gomes fernanda_mf2@hotmail.com Michelli Ferreira dos Santos michelliferreira@ufpi.edu.br Sérgio Emílio dos Santos Valente svalente@ufpi.edu.br <p style="text-indent: 0cm; line-height: 200%;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 200%; font-family: 'Times New Roman','serif';">A caracterização e avaliação das relações genéticas em populações naturais são extremamente importantes para o manejo e conservação da diversidade genética. Nesta perspectiva, este trabalho teve por objetivo caracterizar e estimar a diversidade genética de 34 cajueiros de uma população nativa e natural da zona rural da cidade de Floriano-Piauí, Brasil, por meio de nove variáveis morfológicas, relacionadas à folha, inflorescência, altura e diâmetro da planta. Os dados foram submetidos a análises multivariadas de componentes principais e de agrupamento. Os descritores comprimento da inflorescência e largura da inflorescência foram os que mais contribuíram para a variação genética observada na população. O gráfico biplot obtido pela projeção bidimensional dos dois primeiros componentes principais demonstrou dispersão dos acessos dentro da população, o que foi confirmado pelas análises de agrupamento pelo método UPGMA e pelo método de otimização de Tocher. Quanto à diversidade genética, os resultados demonstram que os acessos estão organizados em dois grupos distintos, indicando que há diferenciação fenotípica interpopulacional. Estas informações serão muito importantes para o melhor manejo e conservação de populações naturais, podendo vir a subsidiar futuros programas de pré-melhoramento.</span></p> 2020-08-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável