https://periodicos.ufv.br/rbas/issue/feed Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável 2019-12-21T12:16:43-02:00 Rogério de Paula Lana rbas@ufv.br Open Journal Systems Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8556 ATRIBUTOS QUÍMICOS DE UM ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO INFLUENCIADO PELA QUEIMADA APÓS 9 ANOS DE POUSIO NO NORDESTE BRASILEIRO 2019-11-24T02:30:32-02:00 Stallone da Costa Soares stallonesoares@hotmail.com Geocleber Gomes de Sousa sousagg@unilab.edu.br Tiago Cavalcante da Silva tiago.cavalcantesilva@hotmail.com Rosemery Alesandra Firmino dos Santos rosesantos1993@hotmail.com Susana Churka Blum scblum@unilab.edu.br Thales Vinícius de Araújo Viana thales@ufc.br <br /><table class="data" width="100%"><tbody><tr valign="top"><td class="value">O objetivo deste de trabalho foi avaliar as alterações químicas no solo após a queimada no Nordeste do Brasil. Para isso, as áreas estudadas foram: área de mata nativa e queimada. As amostras do solo foram realizadas três profundidades (0-10, 10-20 e 20-30 cm), em pontos aleatório com cinco repetições. As variáveis estudadas foram: pH, nitrogénio total (Ntotal), teores de carbono orgânico total (COT); capacidade de troca de cátions efetiva (CTC), saturação por bases (V%), fósforo; sódio, cálcio, magnésio e potássio e a acidez potencial (H+Al). A área da mata nativa apresentou maiores valores médios de Ntotal na profundidade de 0-10 cm em relação às demais profundidades. Teor de Ca na área da M decresceu à medida que se aumentou a profundidade. Em suma, os maiores teores de K, P, CE, CO e MOS foram encontrados na M, já os valores de Mg, Ca, CTC e V%, foram maiores na área de queimada. A queimada, uma das principais estratégias utilizadas como preparo do solo na comunidade do Piroás, faz com que o solo fique susceptível a erosão, uma vez que há perdas consideráveis de matéria orgânica e de nutrientes relacionados como o nitrogênio, o fósforo e o potássio.</td></tr></tbody></table> 2019-11-24T02:30:32-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8485 AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL A PARTIR DO BALANÇO DE NUTRIENTES EM UMA PROPRIEDADE DO OESTE CATARINENSE 2019-11-24T02:30:32-02:00 Graciela Schneider gracischn@gmail.com Jorge Luis Mattias jorge.mattias@uffs.edu.br James Luiz Berto james.berto@uffs.edu.br Leno Sartori lenosartori@gmail.com O descarte de dejetos animais em sistemas de culturas e pastagens tem sido uma das opções mais viáveis ambientalmente e economicamente para destinar esse tipo de resíduo, porém deve-se atentar para que os mesmos sejam aplicados em quantidades proporcionais à demanda de nutrientes pelas plantas. Objetivou-se, nesse estudo, avaliar a sustentabilidade ambiental de uma propriedade rural do oeste catarinense com concentração de aves de corte e bovinos utilizando-se o balanço de massa de nitrogênio e fósforo. Os teores de nutrientes dos insumos e produtos foram obtidos de dados médios da literatura e quando possível aplicado dados dos próprios produtos. A análise de um único ciclo de produção agrícola (julho/2016 a junho/2017) pode não ter apresentado resultados médios dos ciclos, já que a cama aviária não foi utilizada durante esse período, ocorrendo um incremento considerável de adubos externos. Analisando-se o sistema sem a inserção dos adubos externos, verifica-se um excedente de nutrientes que não são reaproveitados como fertilizantes, o que apontaria, em longo prazo, para a insustentabilidade ambiental da propriedade, devendo ser adotadas medidas na busca do equilíbrio no balanço desses nutrientes. 2019-11-24T02:30:32-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8366 AVALIAÇÃO SANITÁRIA DE SEMENTES DE FEIJÃO USADAS POR AGRICULTORES FAMILIARES DA ZONA DA MATA 2019-11-24T02:30:33-02:00 ROBERTO FONTES FONTES ARAUJO roberto.araujo@epamig.br Fabrício Welington Souza Silva fabricio.welington@ufv.br Eduardo Fontes Araujo efaraujo@ufv.br Miquéias de Oliveira Assis assis.agro@outlook.com Valéria Rodrigues Veiga valeria.veiga@ufv.br <p>O valor da semente relacionado à germinação e ao vigor é relativamente bem compreendido pelos agricultores. No entanto, o conhecimento do papel da semente como veículo de disseminação de patógenos é ainda limitado. Objetivou-se avaliar as qualidades sanitária e fisiológica de sementes de feijão usadas por agricultores familiares, comparando-as com as qualidades das sementes de cultivares da EPAMIG. Inicialmente, foram obtidas amostras de sementes de feijão de 74 agricultores familiares e da EPAMIG. As sementes foram avaliadas quanto às qualidades sanitária e fisiológica. Apenas 19% dos agricultores produziram sementes com vigor semelhante ao daquelas da EPAMIG. Dos 74 lotes de sementes, 83% apresentaram contaminação por fungos. Aqueles que não apresentaram ocorrência de fungos (17%), coincidentemente, estão contidos naqueles 19% de lotes com alto vigor. Houve ocorrência do patógeno <em>Colletotrichum lindemuthianum</em> em 18% dos lotes, com incidência do fungo variando de 1 a 10% das sementes. A presença de <em>Fusarium</em> spp foi verificada em 65% dos lotes de sementes; contaminação preocupante, com incidência do fungo nos lotes contaminados na faixa de 1 a 17%. A incidência de <em>Rhizoctonia </em><em>solani </em>foi menos preocupante do que a de <em>Fusarium </em>spp; verificou-se a contaminação em 14% dos lotes, com a incidência do fungo nas sementes variando de 1 a 3%. O fungo <em>Macrophomina phaseolina</em> ocorreu em 30 % dos lotes; a incidência nas sementes ficou na faixa de 1 a 6%. Em apenas 4% dos lotes foi encontrado o fungo <em>Sclerotinea </em><em>sclerotiorum</em>; nesses lotes, a incidência nas sementes variou de 0,5 a 1%. Dos fungos de armazenamento, constatou-se a ocorrência de <em>Aspergillus spp</em> em 41% dos lotes, com a incidência do fungo variando de 1 a 18% nas sementes desses lotes. Já o <em>Penicillium spp</em> foi diagnosticado em 39% dos lotes, com porcentagens de incidência nas sementes na faixa de 1 a 25.</p> 2019-11-24T02:30:33-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8226 Condições micrometeorológicas entre uma área de floresta e a campo 2019-11-24T02:30:33-02:00 Bruna Matos Salvador brums@hotmail.com.br Rosandro Boligon Minuzzi rbminuzzi@hotmail.com O objetivo deste trabalho foi comparar a variação da temperatura do ar, umidade relativa do ar (UR) e temperatura no ponto de orvalho (Td) durante o inverno e verão, em diferentes escalas temporais (diário, diurno e noturno), numa área de floresta e a campo, no município de Águas Mornas, em Santa Catarina. A correlação das variáveis entre os ambientes foi analisada com o uso da regressão linear, onde considerou-se os dados obtidos a campo como a variável independe X e as obtidas na floresta como variável dependente Y. A significância estatística das regressões foi testada com o uso do valor-p. As diferenças entre as médias e variâncias dos dados entre os ambientes, épocas do ano e escala temporal, foram testadas ao nível de 5% de significância usando os testes t de Student e F de Snedecor, respectivamente. Todas as análises estatísticas foram realizadas com o uso do software Past 3.0. Observou-se diferença entre os dois ambientes da temperatura média e máxima do ar e umidade relativa do durante o verão. A temperatura do ar e do ponto de orvalho entre os ambientes apresentaram as maiores correlações. Assim, pode-se estimar estes elementos climáticos para floresta, a partir de dados obtidos a campo. 2019-11-24T02:30:33-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8168 EFEITO DA SALINIDADE NA GERMINAÇÃO DE PEPINO 2019-11-24T02:30:34-02:00 Gustavo Teodoro Rocha gutto_teodoro@hotmail.com Guilherme Teodoro Rocha guilherme_ocha@hotmail.com Gabriela Teodoro Rocha gabriela_teodoro.rocha@yahoo.com.br <p>Os estudos relacionados com a germinação de sementes submetidas a estresses artificiais têm importância essencial para a ecofisiologia e constituem-se em mecanismos que possibilitam a avaliação dos limites de tolerância e adaptação destas espécies às condições de estresses naturais. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial germinativo de diferentes cultivares de sementes de pepino submetidos ao estresse salino provocado pelo cloreto de potássio (KCl). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro repetições contendo cinquenta sementes por repetição, submetidas a germinação, em condições de estresse salino sob cinco níveis (0; -0,2; -0,4; -0,6; -0,8) de potencial osmótico, simulados com soluções de cloreto de potássio (KCL). As variáveis foram porcentagem de germinação (GERM), índice de velocidade de germinação (IVG) e o tempo médio de germinação (TMG). Se tratando de tolerância ao estresse salino, as cultivares aodai da Topseed<sup>®</sup> e safira da Sakata<sup>®</sup> se sobressaíram sobre a cultivar colonião branco. No tratamento controle, (0,0 Mpa) ocorreu o maior percentual de germinação. Conclui-se que a diminuição progressiva do potencial osmótico de KCl é prejudicial as três cultivares de pepino.</p> 2019-11-24T02:30:34-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8189 EFEITO DO USO DA ÁGUA RESIDUÁRIA DE SUINOCULTURA EM UM LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO DISTRÓFICO SOB CULTIVO DE PASTAGEM 2019-11-24T02:30:34-02:00 William Luiz de Souza williamluizdesouzaa@gmail.com Iorrano Andrade Cidrini iorranoandrade@gmail.com Mateus José Inácio de Abreu abreu.mateusji@gmail.com Onofre Barroca de Almeida Neto onofre.neto@ifsudestemg.edu.br <p>Objetivou-se avaliar o efeito do descarte de água residuária de suinocultura (ARS) sobre os parâmetros químicos de um Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico sob cultivo de pastagens e determinar uma dose máxima para utilização. A área experimental era ocupada pela forrageira Pennisetum purpureum cv. BRS Kurumi. O experimento teve início em 19 de setembro de 2013, com duração de 93 dias (quatro ciclos de produção da forrageira). Foram realizadas quatro aplicações de 0, 15, 30, 45, 60 litros de ARS nas parcelas, dosagens que correspondiam a 0, 100, 200, 300 e 400 m³.ha-1 de ARS, respectivamente. Foi utilizado o delineamento em blocos casualizados com cinco tratamentos e quatro repetições. Ao final do período experimental, amostras de solo foram coletadas nas profundidades de 0 a 20 e 20 a 40 cm para determinação dos parâmetros químicos. Em ambas as camadas avaliadas, a aplicação da ARS implicou no aumento linear (p&lt;0,10) nos parâmetros Na+, ISNa e PST. O fósforo disponível no solo, na camada de 0 a 20 cm, apresentou um comportamento quadrático com ponto de máxima em 271 m³.ha-1 de ARS, podendo ser atribuída como dose máxima a ser aplicada. Acima disso, o maior acúmulo de sódio reduz a porosidade superficial, provocando elevação das perdas horizontais de fósforo e, ainda, causar danos ambientais. A aplicação de ARS aumenta a sodicidade do solo e as perdas horizontais de fósforo, recomendando-se utilizar doses de até 271 m³.ha-1.</p> 2019-11-24T02:30:34-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8472 FITOSSOCIOLOGIA DE PLANTAS DANINHAS EM CULTIVO DE AÇAIZEIRO 2019-11-24T02:30:35-02:00 Ueliton Oliveira de Almeida uelitonhonda5@hotmail.com Romeu de Carvalho Andrade Neto romeu.andrade@embrapa.br José Tadeu de Souza Marinho tadeu.marinho@embrapa.br Romário Rodrigues Gomes romarioagronomo2008@gmail.com João Ricardo de Oliveira caujro@yahoo.com.br Rayane Silva dos Santos raysantoslive@gmail.com Davair Lopes Teixeira Júnior davair.junior@ifac.edu.br Jamayra Conceição de Araújo jamairaaraujo@hotmail.com <p>As plantas daninhas são consideradas como um dos principais problemas nas culturas, pois interfere no rendimento, qualidade do produto e na rentabilidade da atividade agrícola. O adequado manejo destas plantas depende, primeiramente, da identificação das espécies presentes na área. O levantamento fitossociológico é uma importante ferramenta para auxiliar na escolha do melhor método de controle e quando realizá-lo. Objetivou-se com este estudo foi realizar levantamento fitossociológico de plantas daninhas em monocultivo de açaizeiro solteiro no município de Rio Branco, Acre. O estudo foi realizado no campo experimental da Embrapa Acre em março de 2014. As amostragens foram realizadas com um quadrado de madeira de 0,25 m<sup>2</sup> (0,50 x 0,50 m), o qual foi lançado ao acaso por doze vezes em toda a área. As plantas daninhas foram quantificadas e identificadas quanto à classe, família, espécie, nome comum, tipo de propagação, hábito de crescimento e o respectivo ciclo de vida, além dos seguintes parâmetros fitossociológicos: densidade absoluta (D), densidade relativa (DR%), abundância absoluta (A), abundância relativa (AR%), frequência absoluta (F), frequência relativa (FR%), importância relativa (IR%) e o índice de valor de importância (IVI). Identificou-se 34 espécies distribuídas em 13 famílias, destacando-se as famílias Poaceae, Cyperaceae e Asteraceae, com 11, 6 e 3 espécies, respectivamente. A classe das dicotiledôneas apresentou o maior número de famílias (76,92%) enquanto que a das monocotiledôneas representou a maior quantidade das espécies (55,88%). A maioria das espécies observadas propagam-se por sementes, apresentam hábito de crescimento herbáceo e ciclo de vida anual. As espécies mais importantes foram <em>Digitaria sanguinalis </em>e <em>Mollugo verticillata, </em>pois se destacaram em todos os parâmetros fitossociológicos analisados.</p> 2019-11-24T02:30:35-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8107 GONGOCOMPOSTO: SUBSTRATO ORGÂNICO PROVENIENTE DE RESÍDUOS DE PODA PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ALFACE 2019-11-24T02:30:35-02:00 Nathalia Oliveira Cruz Bugni nathaliabugni@gmail.com Luiz Fernando de Sousa Antunes fernando.ufrrj.agro@gmail.com José Guilherme Marinho Guerra guilherme.guerra@embrapa.br Maria Elizabeth Fernandes Correia elizabeth.correia@embrapa.br <p>O substrato constitui-se em um dos fatores limitantes à produção de mudas, tornando-se importante o constante desenvolvimento de tecnologias que possibilitem produzir substratos a partir de materiais renováveis e de baixo custo.<strong> </strong>Este trabalho objetivou avaliar a eficiência dos substratos orgânicos obtidos pela gongocompostagem mediada pelo diplópode <em>Trigoniulus corallinus,</em> na produção de mudas de alface crespa. Os resíduos empregados na gongocompostagem foram os galhos finos e folhas de quatro espécies arbóreas: <em>Terminalia catappa </em>(Amendoeira), <em>Licania tomentosa </em>(Oiti), <em>Senna siamea </em>(Cassia), <em>Albizia lebbeck </em>(Albizia), os quais foram compostados por 120 dias. Os substratos gerados foram caracterizados quanto às suas propriedades físicas, físico-químicas e químicas. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com 12 tratamentos e cinco repetições, dispostos em arranjo fatorial 6x2 (substratos com e sem adição de farelo de mamona). Aos 21 dias após a semeadura avaliou-se a massa fresca e seca da parte aérea, massa fresca e seca de raízes, o vigor da muda e estabilidade do torrão. A análise física e química dos gongocompostos revelou que as características se encontravam dentro de níveis adequados ao emprego como substratos. Os gongocompostos proporcionaram crescimento de parte aérea e de raízes semelhantes entre si, todavia, quando o farelo de mamona foi adicionado aos gongocompostos, as produções de parte aérea e de raízes foram otimizadas, sobretudo no substrato constituído de <em>Licania tomentosa </em>e <em>Albizia lebbeck, </em>que proporcionou a obtenção de mudas com vigor maior do que o substrato SIPA e menor apenas do que o substrato comercial avaliado.</p><p> </p><p> </p> 2019-11-24T02:30:35-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8144 Manejo para a recuperação de forrageiras perenes estivais a danos por geada 2019-12-21T12:16:43-02:00 Gustavo Krahl gustavo.krahl@unoesc.edu.br Daison Henrique Marocco daisonhm@hotmail.com Na região sul do Brasil, é frequente a ocorrência de geadas no inverno. Este evento climático pode provocar a morte das plantas, ou de suas partes. Portanto, o objetivo com este trabalho foi avaliar os danos por geada em cinco espécies/cultivares de forrageiras perenes estivais (Capim Áries, Convert HD364, Capim Tangola, Jiggs e Missioneira-gigante), bem como a recuperação das plantas na estação subsequente após a remoção ou não da massa de forragem previamente a ocorrência das geadas. O trabalho foi conduzido na Universidade do Oeste de Santa Catarina. No experimento de campo, ocorreram duas geadas, a primeira com moderada intensidade (-2°C) e a segunda com baixa intensidade (-0,5°C). Plantas em vasos foram submetidas a geadas artificiais em câmara BOD, com intensidade de -2°C e -4°C. Previamente ao período de ocorrência de baixas temperaturas, perfilhos de cada cultivar foram marcados. Os danos nas folhas de cada perfilho foram avaliados sete dias após cada geada. O percentual de dano foi composto pelo dano médio das folhas de cada perfilho, avaliado de forma visual, sempre pelo mesmo avaliador. A espécie missioneira-gigante tem alta tolerância a geadas. Cultivares do gênero <em>Brachiaria</em> (<em>Urochloa</em>) apresentam reduzida tolerância a danos por geadas. Dentre as cultivares com boa tolerância a geadas estão a Jiggs e Áries, com ressalva a cultivares com hábito de crescimento cespitoso ereto, que podem apresentar dificuldades na cobertura de solo após a morte de plantas posterior a geadas severas. O manejo de remoção ou não da massa previamente a geada não impactou na população de perfilhos na estação subsequente. Mais trabalhos devem ser realizados em locais com maior frequência e intensidade de geadas para validar esta informação. A avaliação de danos por geadas em plantas forrageiras em ambiente controlado apresenta-se como alternativa viável para a definição de níveis de tolerância a este evento climático. 2019-11-24T02:30:36-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8660 MUDAS DE TOMATEIRO PRODUZIDAS À BASE DE PÓ DE COCO E ESTERCO BOVINO CURTIDO 2019-11-24T02:30:37-02:00 Mateus Carvalho de Oliveira mateuscarvalhooliveira0@gmail.com Júlio Renovato dos Santos jrsagronomo@yahoo.com.br Diogo Francisco da Costa diogofrancosta@zipmail.com.br Gean Ribeiro da Costa gean_ribeirocosta@hotmail.com Everton de Jesus Lourenço gean_ribeirocosta@hotmail.com O presente trabalho objetivou avaliar o potencial do pó de coco (PC) enquanto substrato e seus diferentes níveis de proporções juntamente com o esterco bovino curtido (EBC) na produção de mudas de tomateiro. O experimento foi conduzido em ambiente protegido com tela nylon (50% luminosidade) na Secretaria Municipal de Agricultura do município de Coronel João Sá - BA, no período que compreende de maio à junho de 2018. Foram testados 5 tratamentos: T1 (100% PC + 0% EBC), T2 (90% PC + 10% EBC), T3 (80% PC + 20 % EBC), T4 (70% PC + 30% de EBC) e T5 (60% PC + 40% EBC), em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições. Aos 24 dias após semeadura avaliou-se a percentagem de germinação (PG), número de folhas definitivas (NFD), diâmetro do caule (DC), altura de plantas (AP), sistema radicular (SR), massa fresca da parte aérea (MFPA), massa fresca do sistema radicular (MFSR), peso matéria seca da parte área (PMSPA), peso matéria seca da parte radicular (PMSPR) e o Índice de Qualidade de Dickson (IQD), sendo os dados obtidos submetidos à comparação entre médias e análise de variância a 5% de probabilidade utilizando-se o software SISVAR. Todos os tratamentos analisados diferiram estatisticamente entre si, com exceção para a variável PG. O tratamento T1 promoveu um maior sistema radicular, sendo os níveis de EBC superiores a 30% em pó de coco prejudiciais ao DC, MFSR, PMSPR, PMSPR, PMSPA. As mudas de maior qualidade foram obtidas com a adição de 10, 20 e 30% de EBC em pó de coco. 2019-11-24T02:30:37-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/6255 NUTRITION IN THE PRODUCTION AND QUALITY OF SEEDLINGS OF THE BRAZIL NUT (Bertholletia excelsa H.B.K.) IN NORTHERN BRAZIL 2019-11-24T02:30:38-02:00 Aline das Graças Souza aline.souza@ifrr.edu.br Oscar josé Smiderle oscar.smiderle@embrapa.br <p align="justify">The<strong> </strong>Brazil nut (<em>Bertholletia excelsa</em> H.B.K.) is fast-growing, and can be used in reforestation. However, the use of the species in reforestation is still uncommon, mainly due to production costs, with substrate and fertiliser being the most-costly components. Based on the above, the aim of this study was to evaluate growth and quality in seedlings of the Brazil nut both with and without nutrient solution. The experimental design was completely randomised in a 2 x 10 factorial scheme: treatments with and without the addition of nutrient solution and 10 evaluations at intervals of 45 days. The variables to be analysed were height, stem diameter, dry shoot weight, root dry weight, total dry weight and the Dickson quality index. When analysing shoot dry weight (SDW), a gain of 85% was found from adding the nutrient solution, compared to the absence of nutrient solution, whereas for the variable, root-system dry weight, (RDW) the gain was 43%. The addition of nutrient solution is suggested for accelerating the growth and development of high-quality seedlings of <em>Bertholletia excelsa</em> for commercial use.</p> 2019-11-24T02:30:38-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/8283 Rendimento de Carcaça de Machos e Fêmeas da Rã-touro em diferentes Sistemas de Recria e em fase reprodutiva 2019-11-24T02:30:38-02:00 Liliam de Souza Nascimento liliaamsn@gmail.com Giselle Eler Amorim Dias giselleeler@gmail.com Jose Teixeira Seixas Filho seixasfilho@yahoo.com.br Silvia C. Reis Pereira Mello silviaqua@uol.com.br Oswaldo Pinto Ribeiro Filho oribeiroufv@hotmail.com Marcelo Maia Pereira mmaiap2001@yahoo.com.br Os sistemas de produção de rãs “Anfigranja” e “Semi-Inundado” são os principais adotados pelos produtores no Brasil. O presente trabalho foi realizado com o objetivo de descrever o rendimento de carcaça, da musculatura e a composição centesimal da carne de rã-touro de machos e fêmeas em fase reprodutiva dos dois sistemas de criação. Amostras ao acaso de 16 animais, oito do sistema “Anfigranja” e oito do “Semi-Inundado”, metade machos e outra de fêmeas, foram obtidas para análises de peso vivo (g); peso da carcaça (g); rendimento de carcaça (%); peso do músculo (g); peso do músculo seco (g); relação entre o músculo e o peso vivo (%); relação entre o músculo e o peso da carcaça (%); relação entre o músculo seco e o peso vivo (%); relação entre o músculo seco e o peso da carcaça (%); composição centesimal da carne de rã-touro (umidade, proteína, extrato etéreo e cinzas) (%); a partir desta acima, respectivamente para “Anfigranja” e “Semi-Inundado” foram encontrados os valores de: 426,35g e 356,50g; 218,75g e 165,53g; 51,46% e 46,29%; 121,36g e 101,86g; 32,43g e 27,64g; 28,47% e 28,44%; 55,32% e 61,42%; 14,78% e 16,72%; 7,61% e 7,73%; 73,27% e 72,75%; 23,97% e 23,72%; 1,37% e 1,64%; 0,95% e 1,19%. Conclui-se que para uma produção com objetivos de produção de carne, deve-se evitar rãs acima de 350g e as fêmeas principalmente em período reprodutivo. Os resultados para a composição centesimal do músculo demonstraram que podem existir diferenças entre os sexos e os sistemas produção, sendo assim, recomendam-se novas pesquisas comparando sistemas de produção para elucidar as novas hipóteses apresentadas. 2019-11-24T02:30:38-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável https://periodicos.ufv.br/rbas/article/view/3070 Teste de repelência de óleos essenciais sobre Callosobruchus maculatus 2019-11-24T02:30:39-02:00 Antonia Mirian Nogueira de Moura Guerra mirianagronoma@hotmail.com Deyse dos Santos Silva deysesilva@gmail.com Priscila Silva Santos prissssilva@gmail.com Lucas Barbosa dos Santos lukka@yahoo.com.br <p>Este trabalho foi realizado na Universidade Federal do Oeste da Bahia <em>campus</em> Barra, com o objetivo de avaliar o efeito repelente dos óleos essenciais de plantas medicinais, como método de controle do bruchidio <em>Callosobruchus maculatus</em>. O efeito repelente dos óleos essenciais de Capim-santo (<em>Cymbopogon citratus</em>) e Erva cidreira brasileira (<em>Lippia alba</em>) e do extrato etanólico de Malvão (<em>Plectranthus amboinicus</em>) foi testado sobre os adultos de <em>C. maculatus</em>. Os óleos essenciais foram obtidos em extração por arraste de vapor utilizando o aparelho de extração tipo Clevenger. Já o extrato etanólico Malvão foi obtido a partir da maceração de 100g de folhas e imersão em 200 mL de etanol 70%, e após 48h foi realizada a filtragem. Utilizaram-se placas de Petri de 90mm de diâmetro contendo discos de papel filtro divididos ao meio para a aplicação dos óleos essenciais/extrato etanólico, sendo aplicados em uma das metades e na outra aplicou-se apenas água destilada como controle. Após a secagem foram liberados 10 insetos adultos não sexados, registrando, após 24h a sua distribuição. Para o estudo de repelência foram utilizadas as doses de 20, 40, 60, 80 e 100μL. Nos ensaios de mortalidade, utilizou-se um tempo fixo de 24h para a avaliação, e avaliou-se a variação nas doses dos óleos/extrato sobre a mortalidade dos insetos. Seguiu-se a mesma metodologia de aplicação dos óleos essenciais/extrato sobre discos de discos de papel filtro nas placas de Petri. Adotaram-se as doses de 0, 20, 40, 60, 80 e 100μL do óleo/extrato etanólico. Os testes foram realizados em uma temperatura ambiente de 27 ± 2 °C e uma umidade relativa do ar de 70 ± 5%. Foram estimadas as doses letais para 30, 50, 70 e 90% dos insetos adultos para cada espécie. Seguiu-se um esquema fatorial com seis repetições num delineamento inteiramente casualizado. As espécies avaliadas neste estudo apresentaram efeito repelente e potencial inseticida, causando mortalidades acima de 50% e Índices de Repelência (IR) de aproximadamente 100% sobre o <em>C. maculatus</em>. O óleo essencial de <em>L. alba</em> o foi mais eficiente nas doses superiores a 40μL ocasionando maior IR. Os óleos essenciais de <em>C. citratus </em>e <em>L. alba </em>ocasionaram mortalidades superiores a 70%. Observou-se que os óleos essenciais apresentaram toxidade aguda tópica para os gorgulhos <em>C. maculatus</em>: <em>C. citratus </em>(DL<sub>50</sub> = 13,67μL), <em>L. alba </em>(DL<sub>50</sub> = 13,28μL) e <em>P. amboinicus</em> (DL<sub>50</sub> = 12,89μL). Os óleos essenciais e o extrato etanólico das plantas estudadas apresentaram toxicidade ao gorgulho-do-feijão, podendo, serem utilizados no controle desta praga durante o armazenamento</p> 2019-11-24T02:30:39-02:00 Copyright (c) 2019 Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável