REVES - Revista Relações Sociais https://periodicos.ufv.br/reves Universidade Federal de Viçosa - UFV pt-BR REVES - Revista Relações Sociais 2595-4490 <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br>Este obra está licenciado com uma Licença&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional</a>.</p> Determinantes do Uso do Orçamento Empresarial nas Pequenas Empresas em Maputo https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13200 <p>O Orçamento é a expressão financeira de qualquer plano e a partir dele pode se fazer a avaliação de desempenho, a implementação e formação de estratégia, a avaliação da gerência, a comunicação, o planeamento, controle e a previsão. Esta pesquisa teve como objectivo avaliar a relação existente entre a formação académica e profissional dos gestores, o volume de vendas das Pequenas Empresas (PE), o uso de Software e o do uso do Orçamento Empresarial (OE) pelas PE onde recorreu se a pesquisa quantitativa quanto a abordagem e descritiva quanto ao tipo. Para a recolha de dados usou-se a técnica do questionário a 50 gestores das PE do ramo de contabilidade e foi feita a regressão logística binária com recurso ao SPSS onde concluiu-se que o nível de formação dos gestores, o volume de vendas, e tempo de operação têm uma relação com o uso de OE peso embora não seja significante. Já o uso de Software tem uma relação de significância com o não uso do OE nas PE com um nível de significância de 97%. Portanto, a pesquisa concluiu existir uma relação de significância entre o uso do software influencia o uso OE pelas PE uma vez que o seu <em>Sig</em> (.006) é menor comparado com o estimado de .05. Assim, as variáveis volume de vendas, tempo de operação, formação dos gestores não tem uma relação positiva com o uso do OE.</p> Lucio Daniel Mavundla Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-07 2021-10-07 4 4 13200 01-13e 10.18540/revesvl4iss4pp13200-01-13e Práticas da Coordenação Técnico-Pedagógica (COTP) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro: Ações para os Primeiros Passos do Ensino Remoto na EBTT https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13230 <p>O artigo é um relato de experiência do setor de Coordenação Técnico-Pedagógica (CoTP), do Instituto Federal de Educação do Rio de Janeiro (IFRJ), que apresenta resultados da criação de estratégias motivadora aos docentes e discentes para o trabalho remoto logo no início do período de reclusão social, proveniente da pandemia imposta pela Covid 19 em março de 2020 na unidade pesquisada. O objetivo do trabalho é estreitar as relações entre a instituição (profissionais da educação) e a comunidade (responsáveis e discentes), motivando-os para o ensino remoto, atendendo o protocolo de distanciamento da escola, sem grandes prejuízos ao ensino. A metodologia adotada buscou transpor a experiência da CoTP com o ensino presencial, somada a atividades a distância, como um formado híbrido com apoio das tecnologias digitais e em especial o utilizando o recurso <em>google meet</em> nos primeiros contatos de mediação remota, partindo de temáticas de interesse discentes. Como resultados, os dados apontaram a necessidade de repensar o futuro do ensino pós pandemia, visando à implementação de novas metodologias com adaptação de conteúdos para o acesso remoto, de modo que atenda todos os discentes matriculados da oferta presencial em período de pandemia, no decorrer de 2020, estruturando práticas híbridas para 2021 e futuro. Consideramos que o levantamento chamou a atenção da CoTP para o desenvolvimento de um planejamento pedagógico articulado entre os profissionais da educação e a comunidade, prevendo a adequação da unidade escolar aos novos tempos.</p> Sílvia Cristina de Souza Trajano João Vitor Juten Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-19 2021-10-19 4 4 13230 01-16e 10.18540/revesvl4iss4pp13230-01-16e O papel do Decreto nº. 70/2017 de 6 de Dezembro e preços de transferência nas indústrias extractivas em Moçambique - Caso de estudo: Sasol Petroleum Temane (SPT) https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13274 <p>Moçambique entrou, em 2000, no mapa de países detentores de significativas reservas de recursos minerais, como gás natural, carvão, areias pesadas, pedras preciosas, entre outros, o que resultou num nível de investimento acentuado. Esta situação deriva das grandes descobertas de petróleo e gás na bacia do Rovuma e Pande-Temane e de significativas reservas de carvão em Tete e Niassa, bem como pelo facto de o país ter conseguido atrair grandes multinacionais, tais como a Sasol, Vale, Eni, Anadarko, Exxon Mobil e Total. Com o início de exploração da exploração desses recursos cedo se apercebeu que o país tinha lacunas legislativa para fazer face a problemática dos preços de transferência abusivas que é prática que permite as multinacionais reduzir a sua carga fiscal. O objectivo desta pesquisa é estudar o papel do Decreto 70/2017 de 6 de Dezembro na redução da prática do regime dos preços de transferência abusiva no sector da indústria extractiva em Moçambique. A pesquisa quanto a abordagem é qualitativa e quanto ao objectivo é descritiva. Foi usada a entrevista para a colecta dos dados. A pesquisa documental foi usada para acesso a material institucional do SPT e ATM para além da observação durante o processo de colecta de dados. Foi conclusão desta pesquisa que o Decreto 70/2017 não trouxe mudanças significativas na colecta das receitas fiscais para o Estado. E foram avançadas recomendações para ATM melhorar arrecadação de receitas.</p> Torres Filipe Charles Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-19 2021-10-19 4 4 13274 01-15e 10.18540/revesvl4iss4pp13274-01-15e Consequências do trabalho que atravessam culturas: saúde e sofrimento do trabalhador universitário https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13304 <p>Buscamos identificar estudos internacionais que descrevem as causas do adoecimento mental em trabalhadores universitários, focando em características do trabalho que, independentemente da cultura, possam afetar a saúde mental dos trabalhadores. Para alcançar os objetivos propostos, realizamos uma revisão de literatura. Foram feitas pesquisas em duas bases de dados principais: Scopus e Web of Science. A busca teve como objetivo compor uma amostra heterogênea contemplando estudos de vários países e continentes. Identificamos algumas características que tendem a influenciar no sofrimento e adoecimento mental dos trabalhadores em diferentes lugares do mundo, tais como falta de controle e intensificação do trabalho, assim como afetividade e participação na gestão parecem ter essa propriedade. Conclui-se que, considerando que algumas características do trabalho afetam o trabalhador independentemente da cultura em que esteja inserido, o desenvolvimento material por si só não consegue resolver essa questão, já que sendo assim, os países economicamente mais avançados já não sofreriam com as doenças mentais relacionadas ao trabalho. Assim, o desenvolvimento material pode melhorar as condições de trabalho somente quando é mediado pela ética, visando bem-estar social já que o desenvolvimento econômico não significa imediata repercussão positiva em termos de saúde mental para os trabalhadores.</p> Gabriella Suzana Lorenzzon Maffioletti Edival Sebastião Teixeira Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-15 2021-10-15 4 4 13304 01-13e 10.18540/revesvl4iss4pp13304-01-13e Um breve panorama da produção de itens para avaliação da qualidade da Educação Superior em 2019 https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13216 <p>Neste estudo foi realizada uma breve análise dos processos que envolvem a produção de itens produzidos para a prova do Exame Nacional de Desempenho do Estudante (ENADE) no âmbito do Sistema de Avaliação da Educação Superior (SINAES) cujo propósito é a avaliação da qualidade da Educação Superior em 2019. O objetivo foi analisar os processos da produção de itens para esta prova levando em conta o aproveitamento deles para o Banco Nacional de Itens da Educação Superior (BNI-ENADE), além de propor medidas pedagógicas que possam trazer melhorias para esses processos. Foram realizadas uma pesquisa bibliográfica documental e uma busca de dados, referentes à produção de itens para o BNI-ENADE, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais (INEP). Os resultados mostraram um percentual de aproveitamento de itens dentro da normalidade e, além disso, percentual positivo de eficiência deste banco de itens para os cursos avaliados nessa edição. Por outro lado, os resultados também apontaram fragilidades no aproveitamento de itens para determinadas áreas de conhecimento. Com isso, foi possível apontar possíveis intervenções que possam trazer melhorias ao processo de produção de itens para esse banco de itens.</p> Atair Silva de Sousa Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-29 2021-09-29 4 4 13216 01-12e 10.18540/revesvl4iss4pp13216-01-12e Capital Racial: poder simbólico e estrutura de dominação https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13247 <p>O autor apresenta originalidade no olhar concernente à compreensão do racismo enquanto estrutura, suas correlatas consequências e os dispositivos sociais e cognitivos que permitem sua permanência. Resultado de uma instigante e genuína pesquisa qualitativa, onde aplicou-se a técnica de grupo focal junto a jovens negros e brancos, em diálogo a um robusto aparato teórico, o autor construiu o conceito de capital racial e o apresenta como uma chave de compreensão do racismo em sua concepção de estrutura estruturante e um poder simbólico e suas perspectivas paradigmáticas. Em seu desenvolvimento, demonstra como o capital racial inculcou (inculca) nos corpos e nas mentes a representação depreciada sobre as pessoas negras, sua cultura e modos de vida e, sobretudo, como esta transita para o universo das relações materiais e econômicas, redefinindo valorações e mantendo intactas, no século XXI, as hierarquias observadas na sociedade colonial. Sob a retórica da cidadania, igualdade de direitos e universalidade a desvaloração simbólica segue definindo o lugar da população negra nas sociedades, em oposição a população considerada branca.</p> Jair da Costa Junior Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-07 2021-10-07 4 4 13247 01-13e 10.18540/revesvl4iss4pp13247-01-13e ‘Autoridades Tradicionais’ e Direitos Comunitários em Moçambique: entre Ativismo e Incorporação https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13280 <p>O actual programa de "integração" das "autoridades tradicionais" em Moçambique, inspirado por doadores, encerra um considerável potencial emancipatório para as comunidades locais nas suas relações com as instituições políticas centrais e a economia globalizada. Ao analisar o discurso específico das autoridades tradicionais e ao destacar a sua agência no âmbito das dinâmicas emergentes das tentativas das instituições estatais de os "incorporar" no sentido indicado por Zenker e Hoehne, ou seja, negar-lhes toda a autonomia política, este artigo pretende clarificar o papel dos líderes "tradicionais" na defesa dos direitos e interesses das suas próprias comunidades face ao Estado, às empresas privadas e aos doadores/actores de desenvolvimento. O exame atento dos dados empíricos recolhidos durante a investigação de campo na província de Inhambane fornece provas convincentes da incapacidade geral das autoridades tradicionais em desenvolver estratégias discursivas eficazes para a representação e defesa dos interesses e direitos das suas comunidades. Ao optar por recuar no domínio da espiritualidade e ceder grande parte das suas prerrogativas estatutárias a actores mais dinâmicos e dotados de maiores recursos, as "autoridades tradicionais" acabam por aceitar a sua "incorporação" na estrutura institucional do Estado como meros objectos simbólicos e fontes de legitimidade interna e internacional, obliterando assim o seu papel de representantes naturais das suas comunidades.</p> Giovanni Battista Martino Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-10-13 2021-10-13 4 4 13280 01-13e 10.18540/revesvl4iss4pp13280-01-13e Benefícios e desafios na prática do pregão eletrônico https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/12777 <p>Esse artigo aborda os desafios e benefícios no processo de aquisição de bens e serviços na modalidade pregão eletrônico. Trata-se de um estudo dos aspectos positivos e negativos do pregão eletrônico na aquisição de produtos e serviços, o qual busca relacionar e comparar os pontos de eficiência do processo licitatório. O objeto de estudo é o processo de eficiência das aquisições de bens e serviços realizadas por instituições públicas no tocante à utilização do pregão eletrônico como modalidade licitatória. O objetivo deste estudo é relatar os aspectos positivos e negativos do pregão eletrônico na aquisição de bens e serviços em órgãos públicos. O tema tem relevância posto que é uma área do conhecimento que apresenta evoluções ao longo dos anos e as organizações públicas vivenciam essas alterações por ser palco dessas transformações. A situação problema que se apresenta é: o pregão eletrônico demonstra-se eficiente no tocante às aquisições de bens e serviços? A metodologia utilizada para o referido estudo é uma abordagem qualitativa, cuja pesquisa será bibliográfica e descritiva. Como resultados obtivemos informações que afirmam um aumento da eficiência com o uso da modalidade pregão eletrônico, apesar das dificuldades enfrentadas pelos órgãos públicos para a sua utilização.</p> Pedro Torres de Melo Pedrosa Ricardo Alves Balbino Ronaldo de Salles Davson Mansur Irffi Silva Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-08-04 2021-08-04 4 4 12777 01-15e 10.18540/revesvl4iss4pp12777-01-15e Inclusão da Pessoa com Deficiência nas Políticas Públicas de Emprego em Moçambique https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/12931 <p>O artigo discute a inclusão das Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho moçambicano através de duas (2) dimensões das políticas públicas de emprego, nomeadamente, as passivas que fornecem suporte de renda para pessoas desempregadas por meio do seguro-desemprego e outros subsídios sociais, bem como as activas, destinadas a ajudar os deficientes desempregados a voltar ao trabalho com novas competências, por meio dos programas de treinamento e criação directa de emprego no sector público e privado. Embora ambas as abordagens tenham as suas valências, serão aplicadas na prática para verificar o nível de inclusão das PcD nas políticas públicas de emprego, identificar as alternativas e desafios para a sua Implementação. Recorrendo a uma metodologia mista, será operacionalizada a consulta bibliográfica, estatísticas do Quarto Censo Geral de 2017 e aplicadas entrevistas aos deficientes que integram a organização TV Surdo, vocacionada na defesa dos direitos das PcD.&nbsp; No entanto, a continuidade das práticas de descriminação e estigmatização limitam cada vez mais o seu acesso ao mercado de trabalho, demandando assim por medidas que promovam acções afirmativas para este grupo prioritário.&nbsp; O estudo chegou a conclusão de que, as políticas públicas de emprego em Moçambique são predominantemente passivas, no entanto, dos subsídios alocados desde 2018 até 2021 não sofreram nenhum incremento, apesar do comportamento da inflação demostrar o aumento do alto custo de vida. Assim, recomenda-se que as medidas passivas devem continuar, desde que sejam mais inclusivas e os empregadores precisarão de ser socializados a participar nos programas que revitalizem as políticas activas para este grupo vulnerável.</p> Domingos Carlos Batone Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-08-04 2021-08-04 4 4 12931 01-16e 10.18540/revesvl4iss4pp12931-01-16e Análise das Condições de Acesso ao Financiamento pelas Micro, Pequenas e Médias Empresas em Moçambique-Caso do Banco Nacional de Investimento https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/13158 <p>Em Moçambique muitas empresas comerciais, indústrias, agrícolas e de prestação de serviços são classificadas como Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME). Elas constituem uma peça central na economia nacional, ou seja, uma alavanca à economia, tanto em tempos de prosperidade como em tempo de crise. A pesquisa procura avaliar a aplicabilidade das condições de acesso a linha de crédito COVID-19 do Banco Nacional de Investimento (BNI) MPME tendo em consideração a realidade do sector empresarial Nacional. A pesquisa é de cunho qualitativo quanto a abordagem e descritiva quanto aos objectivos tendo usando a entrevista para a colecta dos dados. A pesquisa documental foi usada para acesso a material institucional do BNI para além da observação durante o processo de colecta de dados. Foi conclusão deste estudo que as condições de acesso a linha de financiamento BNI são aplicáveis para as empresas no geral, mas não para as nacionais tendo em consideração as dificuldades que estas vêm enfrentando agravadas pela COVID-19 que assolou de maneiras a tesouraria das empresas. Como recomendações, o BNI deve adequar as condições de acesso ao financiamento as dificuldades das MPME e O Estado deve garantir a promoção da literacia financeira e monitoria permanente da actividades financeira no País. As MPME devem procurar fontes alternativas de financiamento como é o caso da Bolsa de Valores para alem de apostar na formação do capital humano.</p> Lucio Daniel Mavundla Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-20 2021-09-20 4 4 13158 01-15e 10.18540/revesvl4iss4pp13158-01-15e Ensino de astronomia nos anos iniciais a partir das novas diretrizes da Base Nacional Comum Curricular https://periodicos.ufv.br/reves/article/view/12825 <p>As orientações para o ensino de Astronomia nos anos iniciais são contraditórias em documentos oficiais da educação brasileira – não são recomendados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas estão entre os critérios de avaliação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Recentemente foi aprovada a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normatizador que muda a estrutura de toda a educação básica brasileira. Suas determinações podem trazer mudanças significativas nos currículos de Ciências e nos livros didáticos. Diante desse cenário, apresentamos uma pesquisa documental, que visa identificar na BNCC o encaminhamento do ensino dos conteúdos de Astronomia nos anos iniciais. Os resultados apontam que a maior parte dos assuntos de Astronomia são determinados pela BNCC para o ensino nos anos iniciais do ensino fundamental. Porém, conteúdos que exigem maior grau de abstração e habilidade espacial para sua compreensão como, por exemplo, estações do ano e fases da Lua, não foram indicados. Quanto à forma de abordagem, atividades de observação direta dos astros e de fenômenos celestes integram o desenvolvimento desses conhecimentos na BNCC. </p> Elrismar Auxiliadora Gomes Oliveira Amanda Amantes Copyright (c) 2021 REVES - Revista Relações Sociais https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-20 2021-09-20 4 4 12825 01-12e 10.18540/revesvl4iss4pp12825-01-12e