ANÁLISE DO CRESCIMENTO DE RABANETE EM FUNÇÃO DE PERÍODOS DE CONVIVÊNCIA COM PLANTAS DANINHAS

Valdere Martins dos Santos, Luziano Lopes da Silva, Patriccia da Cruz Ramos, Susana Cristine Siebeneichler, Dione Pereira Cardoso, Daniele de Cássia Vieira de Sousa

Resumo


Neste trabalho, objetivou-se avaliar a influência de períodos de convivência com plantas daninhas nas respostas morfofisiológicas de plantas de rabanete cultivado no sul do Estado do Tocantins. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, sendo seis tratamentos e quatro repetições. Foram avaliados 6 períodos de convivência com plantas daninhas em cinco épocas de avaliação (5, 10, 15, 21 e 30 dias após a emergência). Foram determinadas a taxa de crescimento da cultura (TCC), taxa de crescimento relativo (TCR), taxa de assimilação líquida (TAL), taxa de crescimento absoluto (TCA), razão de área foliar (RAF) e área foliar específica (AFE). As TCC e TCR apresentaram uma fase inicial com rápido acúmulo de massa, até seu ponto máximo no 2o intervalo de crescimento, posteriormente, declínio devido ao período de senescência da cultura. A TAL atingiu seu crescimento máximo no 3o intervalo, verificando-se a seguir redução, com exceção dos tratamentos (sem competição e sem competição a partir do 5o dia) que apresentaram aumento durante todo o ciclo da cultura. Resposta semelhante foi observada também para TCA. Para RAF e AFE verifica-se que nos tratamentos com algum período de competição ocorreu incremento até os 17 DAE dias, seguida por redução mais acentuada até os 30 DAE. As características morfofisiológicas são influenciadas pela competição com plantas daninhas.


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DOI: https://doi.org/10.21206/rbas.v5i1.245

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