Tipos de condução do maracujazeiro amarelo e suas influências sobre as características produtivas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21206/rbas.v10i1.9663

Palavras-chave:

maracujá, Passiflora edulis, poda

Resumo

O maracujazeiro possui crescimento contínuo e indeterminado,  necessitando de condução para melhor distribuição dos ramos nas estruturas de sustentação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a biometria e os parâmetros produtivos do maracujazeiro amarelo (Passiflora edulis Sims) enxertado em resposta a diferentes tipos de condução dos ramos secundários. O experimento foi instalado e conduzido no município de Pracinha, SP, no período de maio de 2016 a abril de 2017, utilizando-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro tratamentos e seis repetições. Os tratamentos constituíram-se dos seguintes tipos de condução dos ramos secundários: T1 – poda do ramo principal conduzindo um ramo secundário lateral; T2 – poda do ramo principal conduzindo dois ramos secundários laterais; T3 – ramo principal dobrado conduzindo um ramo secundário lateral; T4 – ramo principal dobrado conduzindo dois ramos secundários laterais. Avaliaram-se o comprimento dos ramos secundários, o número de ramos terciários, o comprimento, diâmetro e massa dos frutos, o número de frutos por planta e a produtividade. Não houve diferenças significativas para número de ramos terciários, comprimento, diâmetro e massa de frutos. Verificou-se que o número de frutos por planta e a produtividade do maracujazeiro amarelo são influenciados pelo tipo de condução dos ramos secundários que não altera as características físicas dos frutos. Dobrar o ramo principal conduzindo dois ramos laterais favorecem o desenvolvimento e a produção do maracujazeiro-amarelo.

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Publicado

2020-10-30

Como Citar

Celestrino, R. B., Cavichioli, J. C., Luppi, V. A. dos . S., Vitorino, R. A. ., & Contiero, L. A. F. . (2020). Tipos de condução do maracujazeiro amarelo e suas influências sobre as características produtivas. Revista Brasileira De Agropecuária Sustentável, 10(1), 213-218. https://doi.org/10.21206/rbas.v10i1.9663