DIVERGÊNCIA GENÉTICA ENTRE PROGÊNIES DE MILHO NA REGIÃO CENTRO-SUL DO ESTADO DO TOCANTINS

Marilene Alves Ramos Dias, Aurélio Vaz de Melo, Valdere Martins dos Santos, Diogo Pereira da Silva Santos, Helber Veras Nunes

Resumo


Na maioria das áreas cultivadas com milho, a ocorrência de seca ou períodos de estresse hídrico são fatores abióticos causadores de substanciais reduções na produtividade e mesmo em anos regulares de precipitação pluvial observam-se, normalmente, perdas na produção em virtude de períodos de estiagem denominados veranicos. Assim, objetivou-se com o presente trabalho quantificar a variabilidade genética de progênies de meio-irmãos de milho; promover o agrupamento das progênies em função da dissimilaridade genética; identificar as combinações promissoras à recombinação e/ou seleção de progênies e/ou extrações de linhagens promissoras ao melhoramento genético de milho nas condições edafoclimáticas do Tocantins. Foram consideradas as características altura de plantas; altura de espiga; plantas quebradas; plantas acamadas; peso de espiga sem palha; peso de espiga com palha; comprimento de espiga; diâmetro de espiga; número de fileiras; número de grãos por fileira e produtividade. Os resultados indicaram a presença de variabilidade genética em todas as características, bem como alta correlação entre as mesmas. A produtividade de grãos é a característica que mais contribui na dissimilaridade genética entre as 132 progênies.

Palavras-chave


Meio-Irmãos, melhoramento genético, variabilidade

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DOI: https://doi.org/10.13083/reveng.v26i6.726

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