ADUBAÇÃO E USO DE COBERTURA MORTA EM SORGO FORRAGEIRO

Samuel Dellane dos Santos, José Crisólogo de Sales Silva, Pedro Queiroz de Lima, Gilberto Gouveia Neto, Maria do Carmo Carneiro, Sônia Maria Santos da Paz

Resumo


O Sorgo é um importante cereal para o plantio em regiões semiáridas, também como fonte alternativa na produção de alimentos para animais. Objetivou-se com este trabalho analisar o desenvolvimento e bromatologia do sorgo com e sem Mulch em diferentes níveis de adubação. O experimento foi realizado em uma propriedade com Lat 9°18‘59" SUL e Longitude 37°14‘79"Oeste, 735 m de altitude, situado na Serra do Poço, Poço das Trincheiras, Alagoas. Foram utilizadas sementes CV SF15. Com base em recomendações para os níveis de NPK
pela fórmula 00-20-10. O delineamento experimental utilizado foi o Delineamento Inteiramente Casualizados DIC, sendo oito tratamentos e quatro repetições. Tratamentos 1: Esterco de ovino; Tratamento 2: Esterco de ovino + Mulch; Tratamento 3: Uréia; Tratamento 4: Uréia + Mulch; Tratamento 5: NPK, Tratamento 6: NPK + Mulch; Tratamento 7: Testemunha sem cobertura; Tratamento 8: Testemunha + Mulch. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Scott-knott a 5%
de significância, utilizando-se o software estatístico SISVAR 5.3. Os níveis de FDN em T5 e T6 foram 716,4 e 700,6 g.kg -1 respectivamente. A proteína bruta apresentou maiores resultados nos tratamentos T6 e T8 com 99,9 g.kg -1 para ambos os tratamentos. Nas condições edafoclimáticas utilizadas no experimento todos os parâmetros estudados para a adubação e cobertura morta não foram significativos.

Palavras-chave


mulch, adubação química, adubação orgânica.

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