DATAS DE SEMEADURA PARA O CULTIVO EM SUCESSÃO SOJA-MILHO SAFRINHA BASEADAS NA PRODUTIVIDADE PARA AS REGIÕES DE MARINGÁ - PR E CHAPECÓ - SC

  • Allison Massami Arakaki Universidade Federal de Santa Catarina
  • Rosandro Boligon Minuzzi Universidade Federal de Santa Catarina
Palavras-chave: déficit de água no solo, risco climático, Zea mays, Glycine max

Resumo

Objetivou-se neste estudo definir os melhores períodos de semeadura para o cultivo em sucessão soja e milho safrinha em sistemas de plantio direto e convencional para as regiões de Maringá (PR) e Chapecó (SC) baseado, principalmente na redução de produtividade. Foram utilizados dados meteorológicos de janeiro de 1991 a junho de 2015 pertencentes ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) dos referidos municípios.   Para a definição dos períodos de semeadura favoráveis considerou-se dois critérios: 1º) baseado no estresse térmico, o período onde decêndio tiver probabilidade inferior a 20% de ocorrência de geada e temperatura media diária do ar abaixo de 10°C; e 2º) baseado na redução da produtividade em decorrência do estresse hídrico, por falta de água para ambas as culturas, com simulações que variaram em função de diferentes datas de semeadura espaçadas num período de 10 dias e definidas de acordo com os resultados obtidos pelo primeiro critério. Concluiu-se que em Maringá, não há uma barreira climática para a sucessão de soja e milho safrinha. Para Chapecó, o plantio de milho safrinha é recomendado, desde que o ciclo não atinja o terceiro decêndio de junho.

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Publicado
2016-12-31
Como Citar
Arakaki, A. M., & Minuzzi, R. B. (2016). DATAS DE SEMEADURA PARA O CULTIVO EM SUCESSÃO SOJA-MILHO SAFRINHA BASEADAS NA PRODUTIVIDADE PARA AS REGIÕES DE MARINGÁ - PR E CHAPECÓ - SC. Revista Brasileira De Agropecuária Sustentável, 6(4). https://doi.org/10.21206/rbas.v6i4.350
Seção
Artigos