DESEMPENHO AGRONÔMICO DA ALFACE CRESPA A PARTIR DE MUDAS PRODUZIDAS COM GONGOCOMPOSTO

  • Luiz Fernando de Sousa Antunes Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Doutorando do curso de Pós-graduação em Fitotecnia.
  • Rafael Nogueira Scoriza Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Doutorando.
  • Emmeline Machado França Universidade Federal de Viçosa - Aluna de graduação.
  • Dione Galvão da Silva Embrapa Agrobiologia - Analista.
  • Maria Elizabeth Fernandes Correia Embrapa Agrobiologia - Pesquisadora.
  • Marco Antonio de Almeida Leal Embrapa Agrobiologia - Pesquisador.
  • Janaina Ribeiro Costa Rouws Embrapa Agrobiologia - Pesquisadora
Palavras-chave: Lactuca sativa L., substratos, adubação orgânica.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho agronômico da alface sob sistema de produção orgânico, de acordo com a qualidade das mudas produzidas a partir de gongocompostos. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições e quatro tratamentos, constituídos por mudas de alface desenvolvidas em quatro tipos de substratos:  gongocomposto de 90 dias (T1); gongocomposto de 125 dias (T2); gongocomposto de 180 dias (T3) e substrato SIPA (T4). Aos 28 dias após a semeadura avaliou-se o vigor da muda e estabilidade do torrão e aos 42 dias após o transplantio, avaliou-se a massa fresca comercial (g), o diâmetro e altura da planta (cm), número de folhas maiores que cinco centímetros, classe comercial e produtividade. O tratamento T1 apresentou resultados inferiores quando comparado aos demais tratamentos avaliados, porém sua produtividade atende à esperada para o estado do Rio de Janeiro. Os demais tratamentos, mesmo não diferindo entre si estatisticamente, apresentaram diferença na produtividade estimada, com 10,38 e 11,82% menor para o tratamento T2 em relação aos tratamentos T3 e T4, respectivamente, confirmando que a qualidade da muda transplantada no campo é capaz de influenciar diretamente na produtividade na cultura da alface.

 

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Biografia do Autor

Luiz Fernando de Sousa Antunes, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Doutorando do curso de Pós-graduação em Fitotecnia.

Atualmente é Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia pela UFRRJ, desenvolvendo projetos de pesquisas voltados à Agroecologia. Mestre em Agronomia - Ciência do Solo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2017), graduou-se em Engenharia Agronômica pela mesma Universidade no ano de 2015 e também possui graduação em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Módulo (2009). Foi bolsista de iniciação científica por dois anos na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Agrobiologia, com experiência em triagem e monitoramento da fauna do solo, compostagem de resíduos orgânicos e produção de mudas de hortaliças em bandejas com substratos orgânicos.

 
Rafael Nogueira Scoriza, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Doutorando.
Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos (2010) e mestrado em Ciências Ambientais e Florestais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2012). Atualmente é Doutorando em Agronomia - Ciência do solo/UFRRJ. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Indicadores ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: indicadores ambientais, fauna do solo, serrapilheira, fungos micorrízicos arbusculares e ecotoxicologia.
Emmeline Machado França, Universidade Federal de Viçosa - Aluna de graduação.
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (2017) e durante a formação realizou: Iniciação Científica na área de Química e Conservação do Solo e Água, no Departamento de Solos - UFLA; atuou no desenvolvimento de pesquisa com Controle Biológico Conservativo em área de Agricultura Familiar; realizou estágio supervisionado junto a EMBRAPA Agrobiologia, Seropédica-RJ com desenvolvimento de pesquisas nos seguintes temas: Fungos Micorrízicos Arbusculares, Glomalina do Solo, Indicadores de Qualidade do Solo e Saúde dos Cultivos. Durante o estágio acompanhou diariamente a rotina da Fazendinha Agroecológica KM-47.
Dione Galvão da Silva, Embrapa Agrobiologia - Analista.
Engenheira Agrônoma formada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), desde 2009. Em 2011 titulou-se mestre em Fitotecnia na UFRRJ. Atualmente é Analista A da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ) e apoia pesquisas em agroecologia e agricultura orgânica.
Maria Elizabeth Fernandes Correia, Embrapa Agrobiologia - Pesquisadora.
Possui graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1991), mestrado em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e doutorado em Agronomia (Ciências do Solo) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2003). Atualmente é pesquisador A da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Fauna de Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: recuperação de áreas degradadas, ecotoxicologia de solos e agroecologia
Marco Antonio de Almeida Leal, Embrapa Agrobiologia - Pesquisador.
Marco Antonio de Almeida Leal, é brasileiro e natural de Valença-RJ. Em 1984 ingressou no curso de graduação em Agronomia da UFRRJ. Em 1986 foi contemplado com uma bolsa de Iniciação Científica do CNPq para realizar pesquisas com horticultura no Departamento de Fitotecnia da UFFRJ. Em 1988, após a graduação, foi contemplado com uma bolsa de Aperfeiçoamento do CNPq para realizar pesquisas com estatística experimental na Embrapa Agrobiologia. Em 1994 ingressou na Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (PESAGRO-RIO), onde permaneceu até novembro de 2006, desenvolvendo trabalhos de pesquisa com cultivo protegido, produção de hortaliças orgânicas e compostagem. Em 1996 concluiu o Mestrado em Agronomia, área de concentração em Ciência do Solo, na UFRRJ, com a tese Proposta de Modelo de Simulação no Estudo da Matéria Orgânica do Solo. Em 2006 concluiu o Doutorado em Agronomia, área de concentração em Ciência do Solo, na UFRRJ, com a tese Produção e Eficiência Agronômica de Compostos Obtidos com Palhada de Gramínea e Leguminosas para o Cultivo de Hortaliças Orgânica. Em novembro de 2006 ingressou na Embrapa Agrobiologia, onde realiza atividades de pesquisas em sistemas sustentáveis de produção, com ênfase em adubação orgânica e compostagem. Desde 2011 atua como professor do curso de Mestrado em Agricultura Orgânica da UFRRJ.
Janaina Ribeiro Costa Rouws, Embrapa Agrobiologia - Pesquisadora
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (1996), mestrado em Estatística e Experimentação Agropecuária (1999) e doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas (2003), todos pela Universidade Federal de Lavras. Atualmente é pesquisadora A da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA Agrobiologia) na área de métodos quantitativos. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Métodos Quantitativos, atuando principalmente nos seguintes temas: estatística paramétrica, não paramétrica, multivariada e variabilidade espacial.

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Publicado
2018-12-11
Como Citar
de Sousa Antunes, L. F., Nogueira Scoriza, R., Machado França, E., Galvão da Silva, D., Fernandes Correia, M. E., de Almeida Leal, M. A., & Ribeiro Costa Rouws, J. (2018). DESEMPENHO AGRONÔMICO DA ALFACE CRESPA A PARTIR DE MUDAS PRODUZIDAS COM GONGOCOMPOSTO. Revista Brasileira De Agropecuária Sustentável, 8(3). https://doi.org/10.21206/rbas.v8i3.3009
Seção
Artigos