ISOTERMAS E CALOR ISOSTÉRICO DAS SEMENTES DE PINHÃO-MANSO - DOI: 10.13083/1414-3984/reveng.v23n1p9-18

  • Tarcísio Honório Chaves
  • Osvaldo Resende
  • Daniel Emanuel Cabral de Oliveira
  • Thaís Adriana de Souza Smaniotto
  • Kelly Aparecida Sousa
Palavras-chave: Jatropha curcas L, atividade de água e higroscopicidade.

Resumo

O presente trabalho foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Produtos Vegetais do Instituto Federal Goiano, Câmpus Rio Verde, com os objetivos de obter as isotermas de dessorção e os valores de calor isostérico integral de dessorção das sementes de pinhão-manso. Os frutos foram colhidos e, posteriormente, procedeu-se ao beneficiamento das sementes, obtendo-se teor de água inicial de 20,9 % (b.s.). Em seguida, foram submetidas à secagem em estufa com ventilação de ar forçada a 40 °C até atingir os teores de água de 13,6; 11,1; 8,7; 6,4 % (b.s.). As isotermas de dessorção das sementes de pinhão-manso foram obtidas pelo método estático indireto, sendo a atividade de água (aw) determinada por meio do equipamento Hygropalm Model Aw 1. Para o controle da temperatura, utilizou-se uma B.O.D., regulada a 10, 20, 30 e 40 °C. Aos dados experimentais, foram ajustados os modelos matemáticos frequentemente utilizados para representação da higroscopicidade de produtos agrícolas. O modelo de Sigma Copace é o que melhor representa a higroscopicidade das sementes de pinhão-manso. O calor isostérico integral de dessorção aumenta com a redução do teor de água, sendo que os valores, para as sementes de pinhão-manso, na faixa de teor de água de 5,6 a 13,4 % (b.s.), variam de 3035,61 a 2631,89 kJ kg-1.

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Publicado
2015-02-23
Como Citar
Chaves, T. H., Resende, O., Cabral de Oliveira, D. E., Smaniotto, T. A. de S., & Sousa, K. A. (2015). ISOTERMAS E CALOR ISOSTÉRICO DAS SEMENTES DE PINHÃO-MANSO - DOI: 10.13083/1414-3984/reveng.v23n1p9-18. REVISTA ENGENHARIA NA AGRICULTURA - REVENG, 23(1), 9-18. https://doi.org/10.13083/reveng.v23i1.591
Seção
Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas

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