EFEITO DA MASSA E DA FORMA DE PROCESSAMENTO DAS SEMENTES NO PODER COAGULANTE DA MORINGA - DOI: 10.13083/1414-3984.v22n04a06

Mateus Pimentel de Matos, Antonio Teixeira de Matos, Edson Faria da Silva, Valdeir Eustáquio Júnior

Resumo


Pouco se sabe sobre a influência da qualidade e da forma de processamento da semente no poder coagulante do extrato de sementes de moringa. Assim, a realização deste trabalho objetivou avaliar o poder coagulante e xenobiótico das sementes de acordo com a faixa de massa e a sua forma de processamento (descascadas e não descascadas) para preparo do coagulante. Para isso, analisou-se a água superficial com alta turbidez coletada em uma represa. Nas amostras foram adicionados extratos preparados com sementes divididas em três classes de massa (menor ou igual a 0,20 g, entre 0,20 e 0,30 g, e maior ou igual a 0,30 g); sementes descascadas, sem discriminação de massa; e
apenas cascas; além da testemunha (sem adição de coagulante). Além disso, foram analisados os teores de nitrogênio e proteína no material. Os resultados indicaram que as maiores eficiências na remoção da turbidez e de coliformes termotolerantes (E. coli) estão associadas ao teor de proteína bruta nos materiais utilizados no preparo do extrato. Aumento na coagulação/floculação/sedimentação de sólidos e na remoção de coliformes foram obtidos com a adição de extratos preparados com sementes de massa maior que 0,20 g, ou com sementes descascadas. No que se refere às sementes de massa menor que 0,20 g, maiores eficiências na remoção de turbidez e coliformes são obtidas quando os extratos são preparados com sementes descascadas.

Palavras-chave


bactericida, colimetria, tratamento de água, turbidez.

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DOI: https://doi.org/10.13083/reveng.v22i4.480

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