A representação de crianças e adolescentes abrigados em Viçosa-MG sobre a convivência familiar e comunitária

Izabela Amaral de Almeida, Maria de Lourdes Mattos Barreto

Resumo


O presente artigo é parte de uma pesquisa sobre as representações que crianças e adolescentes institucionalizados têm sobre a convivência familiar e comunitária. Os dados analisados referem-se às ideias de crianças e adolescentes com idades entre 7 e 17 anos, que residem em dois Abrigos de Viçosa-MG. O método utilizado para coleta e análise de dados foi o Método Clínico Piagetiano. Os dados obtidos foram submetidos à análise qualitativa, e as respostas dos sujeitos foram agrupadas em subcategorias previamente definidas. Os resultados mostraram que a institucionalização ainda é priorizada em detrimento de políticas de reconstrução e fortalecimento dos vínculos familiares uma vez que faltam políticas públicas efetivas no fortalecimento da família para superação das dificuldades que levaram a situação de vulnerabilidade, e consequentemente, ao acolhimento.

 

Crianças e adolescentes; Convivência Familiar e Comunitária; Método Clínico Piagetiano.


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